
Dessa forma, por enquanto, não é considerada a hipótese de ter ocorrido enforcamento. Testemunhas e imagens estão sendo procuradas para auxiliar na busca do autor do crime, afirma a Secretaria de Segurança Pública.
O caso está sendo investigado pela 5ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.
A menina estava realizando tratamento de autismo a um ano. Joice de Souza, assistente social que atendia Raíssa no Núcleo de Apoio à Inclusão Social para Pessoas com Deficiência, afirma que ela era tímida.
Com o progresso do tratamento, Joice afirma que ela começou a se tornar mais falante. No entanto, sua família diz que ela não confiava em adultos desconhecidos.
Vânia, mãe da menina, contou à polícia que levou Raíssa e o irmão mais novo dela para a festa o CEU por volta das 12h. O local estava cheio de crianças. Ela deixou a menina brincando em um pula-pula para buscar pipoca para o filho. Quando voltou, ela não estava mais lá.
A gestora da unidade pediu auxilio na busca para as pessoas que estavam no local. Às 14h o jovem encontrou a menina morta.
O corpo foi enterrado e o parque continua aberto. Segundo a Prefeitura de São Paulo, administradora do CEU e do Parque Anhanguera, todas as medidas necessárias foram tomadas.






