Renda desta sexta-feira das lojas Carrefour no Brasil será doada ao combate ao racismo
'Essa quantia, obviamente, não reduz a perda irreparável de uma vida, mas é um esforço para ajudar a evitar que isso se repita', afirmou a empresa, em nota
Homem negro foi espancado até a morte em unidade do CarrefourReprodução Twitter
"Essa quantia, obviamente, não reduz a perda irreparável de uma vida, mas é um esforço para ajudar a evitar que isso se repita", afirma a empresa por meio de nota. Além disso, de acordo com o Grupo, todas as unidades abrirão duas horas mais tarde neste sábado (21). Segundo a varejista, o período será utilizado para "reforçar o cumprimento das normas de atuação" exigidas dos funcionários próprios e também das empresas terceirizadas que prestam serviços à companhia.
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Mais um homem negro é vítima do racismo brutal. Em Porto Alegre, esse dia 20 de novembro vai ficar marcado pelo assassinato terrível desse senhor. Os seguranças do Carrefour cometeram o crime, mas quem representa a empresa também é responsável ! pic.twitter.com/e4QSmuPnFk
O Carrefour também reiterou que rompeu o contrato com a empresa que contratava os seguranças envolvidos na morte de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, ocorrida na quinta-feira (19), às vésperas do dia da Consciência Negra, celebrado nesta sexta (20) O Carrefour não revelou o nome da empresa prestadora de serviços.
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Como mostrou o Estadão/Broadcast mais cedo, teria havido um desentendimento entre a vítima e os seguranças da unidade. Ele teria feito "gestos agressivos" dentro do supermercado, a segurança teria sido chamada e teria conduzido a vítima para o lado de fora, onde ele foi espancado e morto.
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O fato gerou manifestações intensas nas redes sociais, tanto por parte de autoridades e ex-autoridades quanto por parte de influenciadores e empresários. O Carrefour lidera os assuntos mais comentados do Brasil no Twitter por conta do fato.