Polícia pede que prazo de investigação do caso João Alberto seja estendido
Segundo delegado, alguns depoimentos e informações ainda estariam pendentes
João Alberto foi espancado até a morte por dois seguranças em uma das lojas do CarrefourReginaldo Pimenta / Agencia O Dia
Por O Dia
Rio - As investigações no casso de assassinato no Carrefour podem ser prorrogadas. Segundo o diretor da Divisão de Homicídios, delegado Eibert Moreira Neto, a Polícia Civil solicitou mais 15 dias para o prazo de conclusão das investigações, que terminaria na próxima sexta-feira. A justificativa para a prorrogação seria a pendência do depoimento de algumas testemunhas, de laudos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e algumas análises como a participação de outras pessoas ou seria a motivação do conflito que terminou com o espancamento e morte de João Alberto Freitas. As informações são do portal Gaúcha ZH.
Até o momento, o Ministério Público (MP) foi a favor do pedido. Segundo o promotor André Martinez é compreensível, visto que é um "fato complexo e com diversas diligências pendentes". Agora, o pedido de prorrogação está nas mãos do Judiciário, que costuma aprovar esse tipo de pedido.
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Atualmente, três pessoas estão presas pelo assassinato de João Alberto, a fiscal do supermercado Adriana Alves, o policial militar temporário que atuava como segurança Giovane Gaspar Silva e o outro segurança Magno Braz Borges.