Guapo estava aposentado há um ano e prestava serviço como cão terapeuta em uma clínica de cinoterapia Reprodução / Corpo de Bombeiros
O 4° Batalhão de Bombeiro Militar (Santa Maria) realizou uma cerimônia de despedida para o animal, que foi parceiro do 1° Sargento Alex Brum durante toda a carreira. Militares prestaram homenagens e expressaram carinho pelo cachorro, que também se destacou em ações de cinoterapia e visitas a escolas.
Despedida: Cão de salvamento é homenageado em funeral por bravura e coragem nas missões.
— Jornal O Dia (@jornalodia) July 29, 2025
Divulgação/Corpo de Bombeiros pic.twitter.com/P2HmxAjvs1
"É com profundo pesar que nos despedimos do cão de busca e salvamento Guapo, companheiro inseparável do 1º Sargento Brum. Guapo dedicou sua vida ao salvamento de pessoas, atuando em grandes missões ... Além de suas missões, também levou alegria e conforto por onde passou, com sua atuação em projetos de cinoterapia e visitas a escolas. Guapo foi homenageado com medalhas e moções por sua bravura e dedicação, mas, acima de tudo, será lembrado pelo amor que espalhou e pela esperança que trouxe a tantas famílias. Fica aqui a homenagem do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul para o Bombeiro Guapo (cão de busca e salvamento) que cumpriu a nobre missão de salvar vidas", escreveu o Corpo de Bombeiros, em nota nas redes sociais.
No fim de sua trajetória, atuava como cão terapeuta em uma clínica de cinoterapia - uma prática terapêutica que utiliza a interação com cachorros treinados para promover o bem-estar físico e emocional de pessoas em diversas condições de saúde. A equipe da instituição também prestou homenagem ao animal.
"Mais do que um animal de apoio, Guapo foi um verdadeiro companheiro de trabalho, que acolheu com o olhar, transmitiu afeto com a presença e ofereceu conforto silencioso a quem mais precisava. Sua atuação foi essencial em inúmeros encontros terapêuticos, deixando marcas profundas em cada paciente, profissional e estudante que teve o privilégio de conviver com ele. 'Até que alguém tenha amado um animal, uma parte da alma permanece adormecida' - Anatole France.”






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