Malafaia disse também que faltou estratégia para a esquerda no ato dos excluídos Reprodução / Redes sociais
Malafaia disse também que faltou estratégia para a esquerda no ato dos excluídos hoje. "Vai marcar no mesmo dia? Pelo amor de Deus", declarou Malafaia antes do início do evento da direita, sobre a manifestação da esquerda ter sido agendada para a mesma data do protesto do bolsonarismo.
Ele afirmou acreditar que o protesto bolsonarista cumpre o propósito de liberdade e anistia. Malafaia destacou o peso do ato para a articulação da anistia no Congresso. "Isso é forte. O povo é supremo poder, amigo; isso é constitucional", julgou. O pastor disse que os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário se "dobram ao povo". "O povo é o povo, cara. O poder emana do povo, não tem outra", prosseguiu.
Malafaia ainda comparou a atual campanha por anistia com o perdão geral relacionado à ditadura de 1964. "A última anistia compreendeu de 1961 a 79, ok? Foi a última anistia. Para quem foi dada? Guerrilheiros assassinos, assaltantes de banco, sequestradores de embaixador...; queriam dar um golpe de Estado e estabelecer o governo proletário no Brasil. O PT lutou por isso e agora vem com essa conversa fiada?", concluiu.
O pastor afirmou que nenhum dos filhos de Bolsonaro "nem ninguém da direita" tem que dizer "se Bolsonaro não for candidato, estou aqui". "É imaturidade política", destacou, alegando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como candidato nas eleições 2018 "um dia antes do prazo final de candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral". "Que papo é esse de dizer que A, B ou C é candidato da direita? Calem a boca", bradou.
Nas últimas semanas, Tarcísio iniciou uma ofensiva na capital federal em prol da anistia dos réus do 8 de janeiro de 2023, pelo que a Procuradoria-Geral da República aponta como uma tentativa de golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os acusados nessa trama está o ex-presidente Jair Bolsonaro, aliados e milhares de pessoas que destruíram as sedes dos Três Poderes clamando por uma intervenção militar.
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