Sâmia Bonfim (PSOL-SP) repudiou a medidaReprodução / X
Em uma noite VERGONHOSA, a Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, a PEC DA BANDIDAGEM.
— ERIKA HILTON (@ErikakHilton) September 17, 2025
Essa PEC determina que deputados só poderão ser investigados e presos, inclusive por corrupção ou assassinato, com autorização do Plenário da Câmara dos Deputados em votação secreta.…
Nikolas defendendo a PEC da BANDIDAGEM. Antes o bolsonarismo defendia que “bandido bom é brandido morto” ; agora defendem que “bandido bom é bandido na política” .
— Duda Salabert (@DudaSalabert) September 16, 2025
Votei CONTRA a PEC da blindagem ! pic.twitter.com/FCfUloVPsN
PEC DA BANDIDAGEM NÃO
— Sâmia Bomfim (@samiabomfim) September 16, 2025
Centrão e bolsonarismo votam hoje a PEC 3, que blinda parlamentares. Na prática, querem que deputados e senadores que cometeram crimes como roubo ou assassinato só possam ser investigados pela Justiça caso seus colegas permitam. É um tapa na cara do Brasil! pic.twitter.com/RiQkYCjakR
Hoje demos um passo histórico: demos um primeiro passo para libertar o Congresso Nacional. Com a aprovação da PEC das Prerrogativas, estamos devolvendo a independência ao Parlamento e trazendo de volta a verdadeira democracia.
— Filipe Barros (@filipebarrost) September 17, 2025
Mas a luta continua.
Amanhã, vamos votar a urgência… pic.twitter.com/nhUPQ8wZag
O deputado Gilvan da Federal (PL-ES) foi mais um a defender a proposta. "Queremos que o Art.53 da constituição federal seja respeitado e que deputados tenham o direito à sua liberdade e imunidade parlamentar sem ter medo de falar oque pensa!", apontou.Estamos votando a PEC das prerrogativas. Ninguém quer benefícios, queremos exercer nossos mandatos sem sermos chantageados e perseguidos por ministros. pic.twitter.com/vGqGXx6uOv
— Carlos Jordy (@carlosjordy) September 16, 2025
A PEC foi aprovada em primeiro turno por 353 votos a favor, 134 contrários e uma abstenção. Horas depois, já perto da meia-noite, o texto passou em segundo turno com 344 votos favoráveis e 133 contrários. Para avançar, a proposta precisava do apoio de ao menos 308 parlamentares.
O texto altera as regras de responsabilização de deputados e senadores, estabelecendo que o Supremo Tribunal Federal (STF) só poderá abrir processo criminal contra parlamentares mediante autorização prévia do Congresso. A matéria agora segue para análise no Senado.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.