Investigado fazia uso de rótulos de marcas registradas, caracterizando falsificação, e adulterava as bebidasDivulgação / PCMG
A operação foi realizada para apurar denúncias sobre locais utilizados na fabricação, falsificação e comércio irregular de bebidas alcoólicas.
O delegado responsável pela operação, Túlio Leno, ressalta que o espaço apresentava condições inadequadas de higiene e segurança.
Apuração
As investigações apontaram que o local não possuía qualquer tipo de autorização dos órgãos competentes — nem da Prefeitura de Belo Horizonte, nem do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) — para a fabricação ou comercialização de cachaça.
De acordo com o delegado, o investigado fazia uso de rótulos de marcas registradas, caracterizando falsificação, e adulterava o produto. “Para dar uma coloração mais amarelada, ele utilizava de uma substância escura para tingir essa bebida e vender tanto a substância sem cor quanto a com tonalidade mais amarelada”, contou Túlio.
Após os trabalhos de polícia judiciária, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional. A operação foi conduzida pela equipe da 2ª Delegacia de Polícia Civil do Barreiro, com apoio da Delegacia Regional e das 1ª e 3ª Delegacias da região.

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