Dois homens suspeitos de integrarem um grupo especializado no furto de caminhonetes de luxo são presos Manchete Lagos
Segundo as investigações, os veículos foram levados para Duque de Caxias, na Região Metropolitana, onde foram adulterados antes de seguirem para Goiás. No estado goiano, as caminhonetes seriam desmontadas para a venda de peças ou legalizadas de forma fraudulenta e revendidas. O grupo criminoso também contava com uma rede no Piauí, responsável pela falsificação de documentação dos veículos furtados.
As prisões ocorreram em Duque de Caxias e Goiânia, e os policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão em 11 endereços nos três estados. Durante a investigação, a polícia identificou que os suspeitos utilizavam ferramentas tecnológicas para destravar e dar partida nos veículos sem a necessidade de chave.
A quadrilha também teria atuado em outras cidades do estado, como Maricá e Niterói. Os suspeitos foram identificados após o monitoramento de um carro que teria sido usado nos furtos.
A Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 700 mil em bens dos investigados. O patrimônio da dupla, segundo a polícia, é avaliado em mais de R$ 2 milhões.
A investigação também busca conexões entre essa quadrilha e a chamada “Gangue da Hilux”, grupo preso no ano passado pelo furto de sete caminhonetes de luxo em Cabo Frio e Macaé. Os integrantes da gangue foram soltos e respondem ao processo em liberdade, levantando a suspeita de que possam estar ligados aos crimes recentes.

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