O projeto prevê acompanhamento permanente das propriedades, focado também na preservação do solo Foto Divulgação
Cambuci - Assistência técnica permanente, mecanização agrícola e capacitação profissional para 600 produtores rurais de diversas regiões do estado do Rio de Janeiro estão sendo garantidos, através do Projeto Solo Vivo. Um dos municípios beneficiados é Cambuci, no noroeste fluminense.
A iniciativa é do deputado federal Hugo Leal, focada no fortalecimento da agropecuária fluminense, que começa a sair do papel este ano. A cerimônia de lançamento no estado do aconteceu, nesta sexta-feira (27), em Cambuci, no Instituto Federal Fluminense (IFF).
O deputado destaca que o projeto ataca a falta de assistência técnica contínua, um dos principais gargalos do campo fluminense: “A agricultura do nosso estado tem potencial qualitativo enorme, mas muitos produtores trabalham praticamente sozinhos”.
Leal realça que o Solo Vivo chega para levar tecnologia, orientação e equipamento para dentro da propriedade rural, garantindo produção maior e melhor, maior renda e alimento mais barato na mesa da população: “A proposta prevê a criação de uma rede estadual de apoio ao produtor rural”.
A atuação abrange as regiões norte e noroeste fluminense, serrana, sul fluminense, centro-sul e metropolitana: “O objetivo é aumentar a produtividade, reduzir custos de produção e tornar a agricultura familiar mais competitiva e sustentável”, ratifica o parlamentar.
IMPACTOS POSITIVOS - A execução do projeto será em parceria do Ministério da Agricultura e Pecuária com instituições de ensino e apoio técnico, incluindo o Instituto Federal Fluminense, com vigência entre fevereiro de 2026 e fevereiro de 2027, com foco inclusão socioeconômica e segurança alimentar.
Também são priorizados agricultores familiares e propriedades em maior vulnerabilidade produtiva. “Não é só produzir mais; é produzir melhor, preservar o solo e garantir renda para quem vive no campo. Quando o campo cresce, o estado e o país crescem juntos”, avalia o deputado.
Serão implantados núcleos regionais de apoio técnico com agrônomos e veterinários; unidades mecanizadas com tratores, retroescavadeiras e implementos agrícolas; análise de solo e água para diagnóstico produtivo; acompanhamento permanente das propriedades.
São apontados, ainda, cursos de empreendedorismo e gestão rural; feiras e seminários agropecuários; e elaboração de planos de negócio para os produtores. “Ao final da execução, a expectativa é ampliar a produção local, regularizar agroindústrias familiares, diversificar culturas e fortalecer as cadeias produtivas regionais”, assinala o deputado.

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