Ele ainda afirmou que, até o momento, arcou com os custos de projetos com o próprio dinheiroReprodução/Instagram

O ex-BBB Davi Brito usou as redes sociais na última quinta-feira (10) para se manifestar e desmentir rumores de que estaria sendo alvo de investigação pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) por fraude no projeto social "Ação na Rua". Demonstrando irritação, o vencedor do reality show afirmou que as informações que circulam na internet são falsas. De acordo com ele, todo o financiamento relacionado aos projetos dos quais participou até agora foi feito com recursos próprios, sem envolvimento de terceiros.

Ele falou sobre o assunto em um vídeo publicado no Instagram. "Estão espalhando fake news com o claro objetivo de manchar a minha reputação e colocar em dúvida minha integridade. Estão sendo divulgadas informações completamente falsas e infundadas, dizendo que estou sendo investigado pelo Ministério Público em relação a um suposto projeto social. Quero deixar muito claro que isso é mentira", declarou na legenda da postagem.

O baiano também explicou que a ideia ainda está em desenvolvimento. "O projeto social ao qual estão se referindo nem foi lançado ainda. A ideia é, sim, criar uma iniciativa séria, transparente e registrada, com CNPJ, para que pessoas interessadas possam contribuir com doações destinadas a ajudar comunidades e pessoas em situação de vulnerabilidade. Nada disso foi concretizado até o momento, pois ainda está em fase de planejamento e estruturação legal", escreveu.

Davi também comentou sobre as acusações que vêm sendo feitas: "Infelizmente, algumas pessoas têm usado esse assunto para criar narrativas falsas e me difamar de forma irresponsável. Reforço que não há nenhuma investigação oficial contra mim, e que tudo isso se trata de um ataque difamatório baseado em inverdades."

A realidade é que o MP-BA recebeu uma denúncia sobre o financiamento de uma iniciativa atribuída ao ex-BBB, incluindo questionamentos sobre a regularidade da campanha, a falta de histórico de atuação na área social e o uso da sua exposição nas redes para atrair doações. Entre as suspeitas levantadas estão supostas práticas de lavagem de dinheiro, fraudes financeiras e coleta irregular de doações via PIX, utilizando contas de pessoas físicas ou empresas sem registro ativo no setor filantrópico.