Luciano HuckReprodução de vídeo / TV Globo
No Museu no Amanhã, no Palco Inspira, é onde vão acontecer as conversas mais amplas e inspiracionais, que apontam comportamentos e tendências, trazendo as grandes temáticas transversais à educação que envolvem e interessam toda a sociedade.
Já a mesa ´Educação no Brasil: um desafio coletivo’ trará uma conversa dinâmica e interativa sobre os principais desafios da educação no Brasil com reflexões a respeito de como o cidadão comum pode participar e ajudar a transformar esse cenário.
‘Educação crítica: uma janela para novas possibilidades´ será a mesa mediada pela cantora e apresentadora do programa Saia Justa Larissa Luz, com a participação de Patricia Hill Collins. Grande nome internacional no evento, Patricia é considerada, ao lado de Angela Davis e Bell Hooks, uma das mais influentes pesquisadoras do feminismo negro nos Estados Unidos. No premiado ´Pensamento feminista negro´ (1990), Collins concebeu sua teoria da interseccionalidade das formas de opressão – raça, classe, gênero e sexualidade.
A mesa ´Cotas e a luta pela reparação histórica. Passado, presente e futuro’ apresenta uma retrospectiva histórica sobre a evolução das cotas no Brasil, seus impactos e principais conquistas. Mediada pela jornalista da Globonews, Flávia Oliveira, essa discussão terá a participação de Daniel Munduruku, escritor e professor paraense, pertencente ao povo indígena Munduruku, autor 56 livros publicados. Contribui, ainda, para o debate o ex-BBB João Pedrosa, também apresentador do ‘Trace Trends’ no Multishow e na Trace Brasil, também professor de Geografia e Mestre em educação.
Qual o papel o futuro desenha no presente? Imaginar futuros possíveis é uma das competências consideradas essenciais no século XXI segundo a Unesco. Essa conversa será iluminada na mesa ‘Como desenvolver habilidades para imaginar futuros?´, que terá a participação de Ivan Baron, influenciador e ativista pelas causas PCD; e Ricardo Piquet, diretor geral do Museu do Amanhã, que recentemente lançou a Cátedra Unesco de Alfabetização em Futuros em parceria com a UFRJ.
DIA 16 - Museu do Amanhã
No sábado, segundo dia de evento, a violência dentro do ambiente escolar será abordada na mesa ‘Como conviver e aprender com medo? Precisamos falar sobre as violências nas escolas’, que terá a participação das ´Saias´ Astrid Fontenelle, Larissa Luz, Gabriela Prioli e Bela Gil. Miriam Abramovay, autora e coautora de vários livros e artigos nos temas de juventudes, violências nas escolas dá a sua contribuição acadêmica ao papo.
‘O futuro é preto. Reimaginando a educação com as lentes do afrofuturismo’ apresenta como o uso de filmes, séries e animações afrofuturistas podem ajudar a promover reflexões importantes sobre a formação de futuros cidadãos. Com participação da pesquisadora Morena Mariah, também escritora, palestrante TEDx Speaker e criadora de conteúdo digital, além de Kenya Sade, podcaster e jornalista.
A inovação ilumina a mesa ‘Revolução ou ´modinha´? Como a inteligência artificial está transformando as formas de ensinar e aprender?´ que terá a jornalista da Globonews Andréia Sadi como mediadora; Bianca Kremer, especializada em Gestão da Segurança da Informação no Instituto Infnet; Martha Gabriel, autora dos best sellers ‘Você, Eu e os Robôs: como se transformar no profissional digital do futuro’, ‘Marketing na Era Digital’ e ‘Educar: A Evolução Digital (R) na Educação’.
MAR
Mais intimista, o MAR recebe as palestras com temáticas específicas do universo da educação, ligadas às novas abordagens e metodologias inovadoras.
No dia 16, os debates começam com a mesa ‘Fato ou fake? Como sobreviver na era da desinformação?’, com mediação da jornalista Natuza Nery, além de participação de Sil Bahia, codiretora executiva do Olabi e idealizadora da PretaLab; Patrícia Blanco, do Instituto Palavra Aberta; Thaisa Coelho, Head de produtos digitais de news da Globo.
O ator e apresentador Pedro Motta mediará a conversa sobre ‘Como educar, engajar e produzir para as novas gerações’, com presença do ator Ryancarlos de Oliveira. ‘Ler o mundo para depois ler as palavras: uma conversa sobre alfabetização’ será a mesa que irá iluminar a discussão com Daniela Montuani, especialista em educação e Sandra Annemberg, jornalista e apresentadora.
O papo ´Como construir cidades educadoras?´ terá a participação de Ednéia Gonçalves, Socióloga, educadora e coordenadora da ONG Ação Educativa. Tema extremamente atual, a mesa ‘Ecoansiedade: como lidar com a angústia diante das mudanças climáticas?´ terá a presença de Gabriela Alves, ativista climática e co-fundadora do Instituto Perifa Sustentável; e Daniel Becker, formado e com residência pela Universidade Federal de Rio de Janeiro (UFRJ), é mestre em saúde pública e promoção da saúde pela ENSP-FIOCRUZ.
O tema ‘Juventudes, mercado de trabalho e educação: como nos preparar para o amanhã? e futuro’ também será iluminado com a participação de Carlos Artexes, Diretor-Geral do Departamento Nacional do Sesc.
Dia 17
Já no sábado o apresentador Manoel Soares participa do ‘Borogodó cultural: uma escola chamada Brasil’, um bate-papo divertido sobre o potencial pedagógico da cultura brasileira, explorando a riqueza dos saberes tradicionais e populares do país e como eles podem ser incorporados no currículo escolar, que também contará com a participação da escritora e professora Heloisa Buarque de Hollanda.
´Com quantas jornadas se faz uma mulher? Protagonismo feminino na educação´ vem com Poliana Abritta, a apresentadora do Fantástico; Christina Xavier (mãe da atriz Luana Xavier); e Regina Luz (mãe da cantora Larissa Luz). ´Educação inclusiva: do discurso à prática´ terá a participação da pedagoga Silvana Drago e a jornalista Flávia Cintra. Já a atriz Manu Estevão estará na mesa ´Como ensinar de um jeito que jovens amam? Aprendendo com eles!´.
A antropóloga e ativista do movimento LGBTQIAP+, Fatima Lima, e a cantora Urias iluminam o papo na mesa ´Por uma educação para todos, todas e todes´, mostrando de que forma o papel do ensino pode desmistificar assuntos de gênero e sexualidade, além de propor reflexões sobre como abordá-los nas escolas e apontando quais ferramentas podemos utilizar para combater a discriminação.





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