Samba composto por mulheres é atração da última quinta-feira de cada mêsEdson Paes

Elas cantam, tocam, dançam e fazem a Cultura Popular acontecer no coração turístico e boêmio do Rio. É o projeto Sambada de Mulher, contemplado no edital FOCA/2022, que traz a Roda de Coco, o Jongo, o Maracatu, o Tambor de Crioula, a Roda de Maracás para a cena carioca, dando visibilidade ao protagonismo feminino nas manifestações populares. Idealizado pelo Grupo Zanzar, que há dez anos ocupa os Arcos da Lapa com a Roda de Coco, na última quinta-feira de cada mês, o projeto promove um intercâmbio com outros coletivos liderados por mulheres.

O Sambada de Mulher conecta o Zanzar com mais cinco grupos. No primeiro semestre estão programadas três rodas do projeto. No primeiro encontro, em abril, receberam as Brincantes da Pedra Branca, que trouxeram cocos autorais feitos na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Hoje são as mulheres do Jongo da Lapa que chegam com a Roda de Jongo. Em junho recebem a Aldeia Maraka’nà, que trará a Roda de Maracás, puxada pelas mulheres indígenas, unindo e fortalecendo a cultura ancestral desse coletivo.
Sambada de Mulher é um dos projetos contemplados pelo edital FOCA/2022, por meio da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio, com realização e parceria do Grupo Zanzar e Quero Bem Produções, que tem como fundadora Sandra Calaça. As rodas acontecem na última quinta-feira do mês, das 20:00 às 21:30. Para mais informações acompanhe a rede social do projeto @grupozanzar