Nego do BorelDivulgação
"Quero pedir papai do céu caráter, sabedoria e humildade. Quero estourar uma música nova, que já estou perto de lançar... estou muito feliz nesta nova fase, que é a fase mais lúcida que estou tendo na minha vida. Aquele momento que você para e percebe: Virei homem de família. Tem pessoas que dependem de mim. Então tudo que eu fizer resvala em alguém. Hoje tenho mais consciência disso, mais empatia e sou uma pessoa bem mais tranquila também. O boxe me trouxe isso", afirmou o cantor.
O ponto alto da comemoração acontece neste sábado (12) — Dia Nacional do Funk —, com a realização do "Borel Fight". O evento esportivo, gratuito e aberto ao público, está previsto para começar às 18h na Rua São Miguel 430, na Tijuca. O artista lidera o principal card da noite em uma luta contra Rafinha de Queimados, valendo o cinturão.
"Pra mim é muito importante poder voltar ao lugar onde cresci. Sinto que minha comunidade precisa muito de mim. Fui um em um milhão, que mesmo em meio a tantos preconceitos e dificuldades de quem mora nas periferias. Então sinto esse dever de estar sempre voltando lá, e fazendo o que posso pra ajudar, seja através da música ou do esporte, como faremos agora com esse evento, que vejo como um grande incentivo e até um marco na história das comunidades cariocas", declarou.
"É muito importante a gente investir tempo em ações como essa. Temos também o apoio da BFM, uma empresa nova que está contribuindo muito elevando o nível do nosso evento. Estamos juntos fazendo eventos de boxe diferenciados, valorizando os atletas, que receberão bolsas, temos preocupação com o futuro deles. E tudo isso junto com o apoio do governo, é muito importante para o Rio de Janeiro, para o mundo do boxe. E que saiam novos talentos das comunidades e de todo o Brasil", destacou Nego.
O artista garantiu estar pronto para o combate e tem se dedicado intensamente aos treinos. "Não acho que o Rafinha vai aliviar só por ser meu aniversário. Então tenho que tomar muito cuidado com isso, mas estou tranquilo e confiante. Quanto mais ele vier para porrada e tentar me pegar, vai ser bom porque ele se expõe e será a hora que talvez eu possa nocautear. E na verdade já estou preparado porque nunca parei de treinar, desde que comecei a lutar", afirmou.




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