Ludmilla e Duda Beat pediram que fãs fiquem em casa após megaoperação no RioReprodução/Instagram

Rio -  A megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) nos complexos da Penha e Alemão, na Zona Norte, gerou comentários dos famosos nesta terça-feira (28). Ludmilla, Duda Beat, Jojo Todynho e o rapper Oruam se manifestaram sobre a ação que registra 64 mortes e 81 presos.
Ludmilla pediu que os fãs tenham cuidado ao circularem pela cidade e que, se possível, não saiam de suas residências. "Galera do Rio de Janeiro! Se protejam, fiquem em lugar seguro. Não é momento de sair de casa. Se você por algum motivo teve ou tem que sair por causa do trabalho, tenha cautela e se mantenha informado através dos canais oficiais. Se cuidem", disse a cantora. 
Duda Beat destacou os veículos oficiais para os cariocas se informem. "Por favor, fiquem em casa. Como sabem, está acontecendo uma megaoperação na cidade e diversas vias estão sendo fechadas. Procurem se abrigar em local seguro e acompanhar as comunicações oficiais por via dos canais da Prefeitura e Centro de Operações do Rio", mencionou a artista. 
Jojo Todynho fez um desabafo sobre a violência no estado e detonou o Partido dos Trabalhadores (PT) do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Nossos policiais merecem respeito. Estamos à mercê da violência; tenho o maior prazer em proclamar, em alto e bom som, que eu nunca fui petista. É uma vergonha a sociedade brasileira normalizar o caos em que vivemos diariamente", disparou. 
A cantora, que assumiu um posicionamento político à direita, disse que falta consciência de classe na população. "Quando vejo a 'esquerdogata' que me ofendeu também, ofendendo policiais, fica claro para mim que as piores pessoas são aquelas que apontam e julgam. Quem tem coragem de ser e se mostrar, se esconde atrás de bandeiras para praticar crimes e preconceitos". 
Filho de Marcinho VP, líder do Comando Vermelho e preso há quase três décadas, Oruam falou sobre a ação policial. "O crime é o reflexo da sociedade. O dia que eu ver a favela chorar e não vir aqui falar desse sistema sujo, não vou estar sendo eu. Minha alma sangra, se tirar o fuzil existe o ser humano. Nunca vou achar normal a polícia entrar em uma favela e matar 70 pessoas quando o que sempre faltou foi oportunidades", escreveu no X, antigo Twitter.