Carolina Dieckmann perdeu papel por ter 'cara de rica'Reprodução/Instagram
Russo Passapusso, que chega ao segundo ano de "Papo", reflete sobre o processo de conexão com outros colegas na última temporada: "Eu acho que, assim como o programa, a gente foi aprendendo como preencher os espaços dentro dos nossos corações, das nossas histórias, do nosso cotidiano. Pegar o exemplo dos outros, dar mais atenção, observar mais, para gente poder trazer aqui um aprendizado e compartilhar com as pessoas que estão ouvindo. Foi um processo de construção". Em sua vida pessoal, o programa também teve impacto: "Eu sempre fui uma pessoa muito tímida, com poucos amigos e agora eu vivo uma amizade televisionada para todo o Brasil".
Eduardo Sterblitch, que também ingressou na última temporada, fala das mudanças que o "Papo de Segunda" provocou na sua forma de agir e o que tem aprendido com os bate-papos e debates. "Levar em consideração minha opinião, porque eu nunca levei em consideração(...) Então, eu estou tentando e aprendendo, na verdade, a entender que eu tenho uma opinião e que ela é importante de alguma forma. Não pra sociedade, mas para mim. Entender qual é o meu papel e ter mais responsabilidade social", conta.
Chico Bosco, o ‘professor’, conta como o relacionamento com os colegas ajuda na construção do programa. "Eu acho que o mais importante do Papo é o que acontece entre nós. E essa formação conseguiu que esse entre nós, que a gente pode chamar de um espírito de amizade, que deixa todo mundo à vontade. E a partir do momento em que isso se instala, todo mundo se sente mais à vontade para falar o que quer que seja. Eu acho que isso é importante de ser alcançado e eu penso que é transmitido para a TV. E a relação entre nós, que não é nomeável, mas é transmissível e todo mundo vê e eu tenho a impressão de que essa é a maior virtude do programa".
