Fiquei emocionada com a forma da chegada do mais novo membro da família do Léo Santana e da Lore Improta.
A gente sabe que a chegada de um bebê em em uma família traz sentimentos únicos em cada um de seus integrantes.
Para os pais, é a renovação da alegria e das expectativas. Para a criança que já reina no lar, é a “promoção” a um novo e nobre posto: o de irmão(ã) mais velho(a). E foi tão fofo a reação da Liz, não é ?
No contexto dessa família querida, essa transição carregada de simbolismo e afeto ganha contornos especiais com a recente notícia da segunda gravidez.
O popular e a memória afetiva coletiva frequentemente romantizam a figura do irmão mais velho como o protetor, o primeiro herói, o guia. Contudo, a história de Léo Santana com este papel é, na verdade, inversa. O “Gigante”, como é carinhosamente chamado, é o irmão caçula em sua família de origem, aquele que, segundo suas próprias lembranças, foi sempre muito paparicado.
Ele não viveu a “responsabilidade do irmão mais velho” na própria pele, mas o destino, com sua doce ironia, agora o coloca como espectador privilegiado da estreia de sua primogênita Liz, de quatro anos, nesse papel fundamental.
O anúncio da nova gestação, compartilhado publicamente em 22 de outubro de 2025, foi orquestrado por Lore de uma maneira que traz a essência da intimidade familiar. Em um vídeo que pretendia ser uma brincadeira de casal, Léo foi surpreendido.
Após responderem a perguntas sobre suas infâncias, a questão final: “o que a palavra família representa para você?”, foi respondida por Lore com um simples e transformador: “estou grávida!”. A reação de Léo, uma mistura de choque, incredulidade e alegria pura, traduziu a magnitude do momento. “Brinque não! Jura? É sério?”, perguntou ele, antes de ser apresentado ao teste positivo e a uma pequena blusa com os dizeres “promovida a irmã mais velha”.
É nesse ponto que a memória afetiva se reconstrói. Léo, o caçula, agora observa sua filha ser elevada à posição que ele nunca ocupou. A alegria de Liz, registrada em vídeos e fotos, ao saber que ganharia um irmão ou irmã, inaugura um novo capítulo na história da família.
A experiência de Léo não será a de reviver suas memórias, mas a de construir, ao lado de Lore, as futuras memórias de seus filhos. Ele testemunhará a formação de um novo laço, a cumplicidade, as pequenas disputas e a proteção que florescerão entre Liz e o bebê que está a caminho.
Em sua declaração, Léo Santana resumiu o sentimento que o transborda: “Extasiado ainda. Me perguntam o que eu tô sentindo e eu nem sei o que responder direito, só sei que me sinto abençoado, com uma família abençoada. Deus é bom demais”.
Essa bênção, agora, se desdobra. Não se trata apenas da chegada de mais um filho, mas da complexa e bela teia de relações que se redesenha. A “lore” não será sobre o Léo irmão mais velho, mas sobre o Léo pai, que, tendo sido o protegido, agora guia e observa a formação da nova protetora da família: a irmã mais velha, Liz.
Eu sou irmã mais velha, e posso dizer: Eu amo, é um sentimento que beira o maternal.
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