Um equívoco bastante comum entre novos empresários do mundo online é acreditar que um site e alguns perfis nas redes sociais bastam para garantir o sucesso do negócio. Não é bem assim. Vale a pena, por isso, prestar atenção aos alertas da Camila Porto, especialista em Internet Marketing:
Vender na web não é fácil
“É preciso encarar a venda online como um processo tão complexo quanto a venda física”.
“Quem vai empreender online precisa ficar de olho nas oportunidades, usando sempre a tecnologia ao seu favor”
Isso significa sair em busca de novos aplicativos e acompanhar a concorrência.
É importante delimitar o público-alvo, sabendo usar sua linguagem.
“Mesmo um produto que pode ser comprado por todo mundo deve ser anunciado para um nicho específico”.
Encarar o webcommerce como um “trabalho fácil”
Camila lembra de uns detalhes da vida para os quais nem todos estão preparados. “Para o seu negócio ser financeiramente saudável, você precisa ter um fluxo de caixa, previsibilidade de receitas, entradas recorrentes e controle de gastos”. Não é moleza.
Como em qualquer negócio, é necessário ter um plano B.
Tem que ser empreendedor o tempo todo. A dedicação total é a lei.
Mais do que investir altas quantias em anúncios no Facebook e outras redes
Camila lembra que é melhor investir pouco de forma bem planejada, e para um público específico, do que torrar muito dinheiro para um público que não vai comprar seu produto.
Conhecer o público-alvo superficialmente é um pecado
É preciso conhecer seus “desejos, medos e necessidades que podem ser atendidas pela sua comunicação”.
Achar que sabe tudo sobre as redes sociais.
Eis aí um erro básico. É impossível parar de estudar e correr atrás de cursos.
Não podemos esquecer da importância das imagens utilizadas nas campanhas
“É importante ter o conhecimento da área de design”.
Mentir e não dar ouvidos ao cliente também são atitudes comuns e fatais
“Fale sempre a verdade, mesmo que isso signifique dizer que você não sabe ou que a empresa errou”.
Resumo da história: para quem não gosta de trabalhar nem de estudar, talvez a internet não seja um bom negócio. Não é por acaso que tanta gente desiste logo no primeiro ano.






