Entre novembro e dezembro, o valor da cesta diminuiu em 25 cidades e subiu em duas. As quedas mais expressivas foram registradas em Aracaju (SE) de -5,11%, Campo Grande (MS) de -4,16% e São Luís (MA) de -4,13%. As altas foram anotadas em Manaus (AM) de 0,22% e Rio Branco (AC) de 0,97%. O maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos foi apurado em Porto Alegre (RS) de R$ 459,02) e o menor em Recife de R$ 347,96.
Com base na cesta mais cara e levando em conta a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, Saúde, Educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima que o mínimo para uma família de quatro pessoas deveria ser de R$3.856,23, ou 4,38 vezes o valor anterior do piso de 2016 que era R$ 880.






