Ministro da Economia, Paulo Guedes condiciona a retomada do benefício à aprovação do Orçamento de 2021 e das propostas em tramitação no Senado que preveem corte de gastos - EDU ANDRADE/Ascom/ME
Ministro da Economia, Paulo Guedes condiciona a retomada do benefício à aprovação do Orçamento de 2021 e das propostas em tramitação no Senado que preveem corte de gastosEDU ANDRADE/Ascom/ME
Por ESTADÃO CONTEÚDO
Rio - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira, 8, que não é ele quem define o valor do novo auxílio emergencial, que está em discussão no Congresso. Questionado sobre o valor de R$200, que vem circulando em Brasília, ele disse: "Não sou eu (quem decide). Isso é todo mundo junto".
O comentário foi feito por Guedes após um pronunciamento, na Câmara dos Deputados, sobre o projeto de autonomia do Banco Central. Guedes esteve reunido no início da noite com o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e o relator da proposta na Casa, deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE). A expectativa é de que o projeto, já aprovado no Senado, seja votado na Câmara até quarta-feira.
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Sobre o auxílio emergencial, Guedes afirmou ainda que a questão é "mais difícil". Segundo ele, o governo está conversando sobre o assunto, mas é preciso ter o compromisso com a responsabilidade fiscal.