Mercadante afirmou que tese do Estado mínimo não gera desenvolvimento econômico Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
"Essa alta de juro foi uma herança da gestão Roberto Campos Neto Temos que reverter essa trajetória o mais rápido possível", disse Mercadante, depois de participar da inauguração da estação de trem Ambuitá, na cidade de Itapevi (SP). A obra contou com apoio do BNDES.
De acordo com Mercadante, houve um aumento importante nas aprovações de crédito por parte do BNDES no primeiro trimestre de 2025, mas a consulta junto ao banco para novos projetos já "desacelerou um pouco".
"Porque muitos empresários, por conta do tarifaço dos Estados Unidos e os juros muito altos aqui, atrasam os investimentos, esperando que a taxa Selic baixe. Isso tem que se resolver logo", reforçou o presidente do BNDES.
Segundo ele, o diálogo entre política monetária e política industrial no País "precisa ser repactuado". "O Brasil precisa crescer, é isso que resolve o problema da dívida pública."
Apesar de torcer pela queda na Selic, Mercadante frisou que, independentemente das decisões do Copom, o BNDES deve trabalhar para encontrar caminhos para a concessão de crédito.
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