No mês anterior, o resultado do indicador foi revisto de uma alta de 0,8% para 0,9%Reprodução/internet
O resultado de março ficou levemente abaixo da mediana das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que apontava alta de 0,4%. O intervalo de previsões ia de queda de 0,7% a alta de 1,1%.
Na comparação com março do ano anterior, houve elevação de 1,9% em março de 2025, já descontado o efeito da inflação. Nessa comparação, as previsões eram de uma elevação de 1,5% a 3,8%, com mediana positiva de 2,1%.
A taxa acumulada no ano - que tem como base de comparação o mesmo período do ano anterior - foi de elevação de 2,4%. A taxa acumulada em 12 meses registrou alta de 3,0%.
A receita bruta nominal do setor de serviços subiu 1,0% em março ante fevereiro. Na comparação com março do ano anterior, houve avanço de 7,5% na receita nominal.
O segmento de outros serviços ficou estável (0,0%). A única perda ocorreu em informação e comunicação (-0,2%).
Comparação com março de 2024
Quatro das cinco atividades de serviços registraram avanços em março de 2025 em relação a março de 2024, conforme os dados do IBGE. O volume do setor de serviços teve uma alta de 1,9%, a 12ª taxa positiva consecutiva.
Houve crescimento em informação e comunicação (4,6%), serviços profissionais, administrativos e complementares (1,2%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,2%) e serviços prestados às famílias (3,5%). O segmento de outros serviços registrou queda de 2,6%.
O índice de difusão - que mostra o porcentual de serviços com crescimento em relação ao mesmo mês do ano anterior - passou de 62,7% em fevereiro para 57,2% em março.
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