Trabalhador remunerado pelo piso nacional precisou de, em média, 107h e 10 minutos para adquirir a cesta básicaArquivo / Agência Brasil
De acordo com o Dieese, São Paulo segue como a capital com a cesta mais cara, custando R$ 882,76, seguida por Florianópolis (R$ 867,83) e Rio de Janeiro (R$ 843,27). Já os menores valores foram encontrados nas capitais do Norte e Nordeste, como Aracaju (R$ 557,28) e Salvador (R$ 623,85).
Com base no valor da cesta mais cara, o Dieese estima mensalmente o salário mínimo necessário para cobrir as despesas de uma família de quatro pessoas. Em junho, esse valor foi de R$ 7.416,07, o equivalente a 4,89 vezes o salário mínimo em vigor (R$ 1.518,00). "Em abril, o valor necessário era de R$ 7 528,56", comparou o Dieese.
O levantamento indica que o trabalhador remunerado pelo piso nacional precisou de, em média, 107 horas e 10 minutos para adquirir a cesta básica em junho, tempo levemente inferior ao de maio (107 horas e 41 minutos).
Já em relação aos produtos da cesta básica, a batata, o arroz agulhinha, o óleo de soja, o açúcar, o leite integral, a carne bovina de primeira e o café tiveram reduções na maioria das capitais pesquisadas pelo departamento.
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