Na média global, a indústria nacional recuou 0,2% em julho ante junhoAbicalçados/Divulgação
Houve perdas no Paraná (-2,7%), Bahia (-2,6%), Minas Gerais (-2,4%), Pará (-2,1%), Mato Grosso (-1,6%), Região Nordeste (-1,1%) e Ceará (-0,3%). O Amazonas registrou estabilidade (0,0%).
Na direção oposta, houve expansão no Espírito Santo (3,1%), Rio Grande do Sul (1,4%), Santa Catarina (1,1%), Rio de Janeiro (1,0%), Pernambuco (0,9%), São Paulo (0,9%) e Goiás (0,5%). Na média global, a indústria nacional recuou 0,2% em julho ante junho.
Houve expansão no Espírito Santo (14,5%), Rio de Janeiro (10,4%), Mato Grosso do Sul (7,4%), Pernambuco (4,5%), Santa Catarina (2,2%), Goiás (2,0%), Região Nordeste (0,8%) e Bahia (0,1%). Amazonas e Ceará tiveram estabilidade.
Na direção oposta, foram registradas quedas no Rio Grande do Norte (-19,1%), Mato Grosso (-14,6%), Pará (-4,2%), Rio Grande do Sul (-2,7%), Maranhão (-1,4%), Paraná (-1,1%), São Paulo (-0,9%) e Minas Gerais (-0,7%).
Na média global, a indústria nacional avançou 0,2% em julho de 2025 ante julho de 2024.
Os parques industriais que superaram o pré-covid foram Rio de Janeiro (19,5% acima do nível pré-pandemia), Minas Gerais (14,8% acima), Amazonas (10,9% acima), Santa Catarina (9,5% acima), Paraná (8,9% acima), Goiás (7,5% acima), Mato Grosso (7,1% acima), Pernambuco (6%) e Espírito Santo (2,9% acima).
Na média nacional, a indústria brasileira operava em patamar 1,7% acima do pré-crise sanitária.
Os locais com nível de produção aquém do pré-covid foram São Paulo (-0,4%), Rio Grande do Sul (-0,4%), Ceará (-8,2%), Pará (-9,3%), Nordeste (-16,9%) e Bahia (-21,1%).
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.