Najila TrindadeReprodução
Segundo informações do Estadão , o órgão considera de pedir o exame a Najila Trindade quando a investigação for encaminhada à instituição pela Polícia Civil, nesta segunda-feira. Flávia Merlini, promotora de Enfrentamento à Violência Doméstica que acompanha o caso, disse que o procedimento é comum em acusações de crimes sexuais.
"Na verdade, sempre há esta possibilidade do exame psicológico em crimes sexuais. É algo muito comum neste tipo de crime para o Ministério Público pedir este tipo de prova. Nós vamos decidir se vamos pedir ou não", disse a promotora.
No entanto, o advogado da modelo, Cosme Araújo, é contrário à avaliação psicológica da sua cliente. "O advogado da vítima já soltou uma nota na imprensa de que ele seria contra esse exame por sugerir que a vítima tem qualquer tipo de problema. Então, vamos avaliar, quando o inquérito policial chegar para nós, se haverá necessidade deste tipo de diligência ou não", disse Flávia.
O prazo para a conclusão do inquérito já está encerrado. Os investigadores agora podem solicitar um tempo maior de apuração ou finalizar o relatório, que é a tendência mais provável.

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