Jon Jones voltou a ser assunto, mas não pelo bom desempenho no octógono do UFCReprodução/Instagram
Segundo um relato dela para a Justiça, obtido pelo site “TMZ, o campeão dos meio-pesados (até 93kg) do Ultimate teria dado tapas em sua vagina, além de puxá-la para seu colo e beijar seu pescoço, enquanto ela estava no trabalho. Jones se defendeu, e alegou não ter cometido tal crime.
A mulher que acusa Jon Jones trabalhava como garçonete de um clube, onde o lutador estava junto com o irmão Chandler Jones, que é atleta de futebol americano. A situação teria acontecido enquanto ela atendia os dois, e Jones teria pedido que a ela dançasse em seu colo. A garçonete diz ter explicado que dançar não era o trabalho dela, já que a mesma não era stripper.
Ela ainda relatou que o primeiro ataque teria ocorrido quando ela foi buscar bebidas para os dois. Ao voltar, o astro do UFC teria a segurado, aplicando um mata-leão. Ao conseguir se soltar e cair no chão, ela ainda teria sido virada pelo lutador. "Eu me sentia em uma luta de wrestling nada sexual", relatou ela à polícia.
Ainda segundo o "TMZ", na época Jones foi acusado de contravenção e um mandado de prisão chegou a ser expedido. Porém, a documentação teria sido enviada para o endereço errado. Jon Jones pagou US$ 300 (R$ 1,12 mil) de fiança para evitar a prisão.
Representante de Jones, James Hallinan se pronunciou sobre o caso:
Nas redes sociais, Jones respondeu aos fãs:
"Definitivamente, não estou metido em nenhum problema. Não acredite em tudo que lê na Internet, meu amigo".
I’m definitely not in any trouble my friend, don’t be so quick to believe everything you read on the Internet. https://t.co/d3GPuRDfpb
— Jon Bones Jones (@JonnyBones) July 22, 2019

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