Publicado 09/02/2025 17:30
Um dos destaques do Barcelona na temporada, Raphinha aproveita a ótima fase e sonha alto. Após ajudar a equipe catalã a se classificar para as oitavas de final da Liga dos Campeões com a segunda melhor campanha, o brasileiro não esconde o desejo de conquistar pela primeira vez a competição e vê a Bola de Ouro como consequência do trabalho em campo.
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"Minha próxima tatuagem será a Liga dos Campeões", afirmou o atacante, em entrevista à revista francesa 'France Football'. "Para (ganhar) a Bola de Ouro é bom ser visto", disse, com modéstia, o atleta de 28 anos, destacando a competitividade para alcançar seus objetivos: "Quando perco, posso explodir. Trabalho muito o aspecto mental para recuperar a calma e a confiança necessárias para fazer as coisas bem."
Raphinha se mostrou em casa no Barça e satisfeito com a liderança que exerce sobre o grupo. "Um capitão tem de lutar no melhor sentido da palavra: pelo clube, pela camisa que veste, pelos seus companheiros. Ele tem de almejar a excelência, ajudar os jovens e os veteranos e aprender com eles também. Onde quer que eu tenha ido, sempre tentei garantir que todos se sentissem bem dentro do grupo", comentou.
"Minha próxima tatuagem será a Liga dos Campeões", afirmou o atacante, em entrevista à revista francesa 'France Football'. "Para (ganhar) a Bola de Ouro é bom ser visto", disse, com modéstia, o atleta de 28 anos, destacando a competitividade para alcançar seus objetivos: "Quando perco, posso explodir. Trabalho muito o aspecto mental para recuperar a calma e a confiança necessárias para fazer as coisas bem."
Raphinha se mostrou em casa no Barça e satisfeito com a liderança que exerce sobre o grupo. "Um capitão tem de lutar no melhor sentido da palavra: pelo clube, pela camisa que veste, pelos seus companheiros. Ele tem de almejar a excelência, ajudar os jovens e os veteranos e aprender com eles também. Onde quer que eu tenha ido, sempre tentei garantir que todos se sentissem bem dentro do grupo", comentou.
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O jogador admite, porém, que nada disso teria sido possível sem o incentivo do ex-técnico Xavi Hernández e a confiança do atual treinador, Hansi Flick, a quem fez questão de agradecer: "Ele (Flick) me ligou e disse que eu era um dos jogadores com quem ele estava contando, sem me conhecer ou ter me visto treinar. Isso foi muito importante na minha decisão de ficar e me permitiu trabalhar com total serenidade para atingir o melhor nível".
O apoio de Xavi também foi fundamental para que Raphinha permanecesse no Barcelona depois de um ano de altos e baixos após ser contratado junto ao Leeds, da Inglaterra. "Apesar dos rumores sobre minha saída na temporada passada, sempre dizia que contava comigo. Xavi estava convencido de que com muito trabalho eu me tornaria um jogador de futebol importante", acrescentou.
O jogador admite, porém, que nada disso teria sido possível sem o incentivo do ex-técnico Xavi Hernández e a confiança do atual treinador, Hansi Flick, a quem fez questão de agradecer: "Ele (Flick) me ligou e disse que eu era um dos jogadores com quem ele estava contando, sem me conhecer ou ter me visto treinar. Isso foi muito importante na minha decisão de ficar e me permitiu trabalhar com total serenidade para atingir o melhor nível".
O apoio de Xavi também foi fundamental para que Raphinha permanecesse no Barcelona depois de um ano de altos e baixos após ser contratado junto ao Leeds, da Inglaterra. "Apesar dos rumores sobre minha saída na temporada passada, sempre dizia que contava comigo. Xavi estava convencido de que com muito trabalho eu me tornaria um jogador de futebol importante", acrescentou.
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Em longa entrevista para estampar a capa da France Football, Raphinha também lembrou como as dificuldades na periferia de Porto Alegre (RS), na Restinga, ajudaram a moldar sua personalidade: "Crescer em uma favela é sempre complicado. As pessoas têm dificuldades econômicas e poucas oportunidades de sair da situação. Ao mesmo tempo, é muito gratificante quando você consegue, como aconteceu comigo. Tornei-me quem sou hoje graças a tudo que vivi dentro da minha comunidade. Isso me fez crescer pessoal e profissionalmente".
Em longa entrevista para estampar a capa da France Football, Raphinha também lembrou como as dificuldades na periferia de Porto Alegre (RS), na Restinga, ajudaram a moldar sua personalidade: "Crescer em uma favela é sempre complicado. As pessoas têm dificuldades econômicas e poucas oportunidades de sair da situação. Ao mesmo tempo, é muito gratificante quando você consegue, como aconteceu comigo. Tornei-me quem sou hoje graças a tudo que vivi dentro da minha comunidade. Isso me fez crescer pessoal e profissionalmente".
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