Walter CasagrandeReprodução / Instagram
Casagrande também ressaltou a importância histórica do uniforme azul e relembrou a conquista da primeira Copa pelo Brasil. "A camisa azul da seleção brasileira foi a primeira camisa campeã mundial, em 1958, porque na final contra a Suécia, que era amarela, lá na Suécia, o Brasil não tinha um novo uniforme. A organização da CBD [CBF, na época] caçou, correu atrás para comprar umas camisas, compraram azul, e para convencer os jogadores, falaram que era o manto da Nossa Senhora Aparecida, e eles jogaram e foram campeões com ela."
O ex-atleta ainda argumentou que pessoas estão "politizando" os rumores sobre a camisa vermelha. "Não caiam na conversa de algumas pessoas que estão nas redes sociais gravando vídeos e politizando essa questão. A questão do vermelho é da cabeça de alguma pessoa que se achou genial em tirar a camisa azul e botar a vermelha. Não tem nada a ver com política. Não caiam nessa de gente que quer clique, visualização e pegar mais seguidores colocando ódio nas redes sociais para criar um clima negativo na ideologia política", ponderou.
'Uniformes ainda serão definidos'
As especulações de que a segunda camisa da Seleção para a Copa de 2026 será vermelha ganharam força nos últimos dias. A CBF se pronunciou pela primeira vez nesta terça-feira e esclareceu, no entanto, que os modelos publicados na internet não são verdadeiros.
"Nem a CBF e nem a Nike divulgaram formalmente detalhes sobre a nova linha da Seleção. A entidade reafirma o compromisso com seu estatuto (os padrões nas cores amarelo tradicional e azul serão mantidos) e informa que a nova coleção de uniformes para o Mundial ainda será definida em conjunto com a Nike", diz a nota.

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