CBB se despede de Oscar SchmidtReprodução/Instagram @babsquetebrasil
Publicado 17/04/2026 17:18 | Atualizado 17/04/2026 19:41
Rio - O mundo do esporte está de luto com a morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, nesta sexta-feira (17). A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) destacou que o Mão Santa é eterno e afirmou que "O maior jogador da história do basquete brasileiro despede-se como um símbolo absoluto do esporte".
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"'Há atletas que marcam época. Outros, que marcam gerações. E há aqueles que se tornam eternos, não apenas pelos números, mas pelo significado. Oscar Schmidt pertence a essa última categoria. O maior jogador da história do basquete brasileiro despede-se como um símbolo absoluto do esporte, dono de uma trajetória que redefiniu os limites do possível dentro das quadras. A CBB lamenta com um pesar profundo a perda de um do maiores ídolos da história do esporte mundial", diz um trecho da publicação da CBB.
"Oscar Schmidt não foi apenas um jogador extraordinário. Foi a definição de entrega, de paixão e de compromisso com o esporte. Sua história não se resume a recordes ou conquistas, mas à forma como jogou, com coragem, convicção e amor incondicional ao basquete. Sua morte encerra uma era. Mas sua grandeza permanece. Porque lendas não se despedem. Elas permanecem. Em cada arremesso, em cada memória, em cada história contada. Oscar Schmidt é c", diz a CBB em outro trecho.
 
 
O Flamengo ressaltou que o legado de Oscar "transcende as quadras e inspirará gerações eternamente". O Rubro-Negro foi o último clube da carreira do Mão Santa.
"O Clube de Regatas do Flamengo lamenta profundamente o falecimento de um dos maiores ídolos da história do nosso basquete e do esporte mundial: Oscar Schmidt. O eterno Mão Santa honrou o Manto Sagrado com sua genialidade, paixão e arremessos inesquecíveis, marcando época na Gávea e enchendo de orgulho a Nação Rubro-Negra. Seu legado absoluto transcende as quadras e inspirará gerações eternamente. Nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos os fãs neste momento de imensa dor. Descanse em paz, lenda".
O ex-jogador também passou pelo Vasco, que se manifestou por meio das redes sociais para lamentar a morte do ídolo do basquete. O Cruz-Maltino destacou o legado de Oscar para o basquete no Brasil.
"O Vasco da Gama lamenta profundamente o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores jogadores de basquete do mundo e dono de um grande legado para o esporte no Brasil. Nossos sentimentos aos familiares e amigos neste momento de dor", escreve o perfil do Vasco.
O Fluminense afirmou que Oscar é "lenda do basquete nacional e mundial". O clube também relembrou a conquista histórica do Brasil no Pan-Americano de 1987.
"O Fluminense Football Club lamenta profundamente o falecimento de Oscar Schmidt, lenda do basquete nacional e mundial. Um dos maiores cestinhas de todo o esporte, Oscar marcou época com a camisa da seleção brasileira, conquistou o histórico Pan-Americano de Indianapolis, em 1987, disputou cinco jogos olímpicos e é o maior cestinha da história da competição. Desejamos muita força aos familiares, amigos e a toda a comunidade do basquete brasileiro".
O Botafogo ressaltou que Oscar é "um dos maiores nomes da história do basquete mundial e ídolo eterno do Brasil". O Glorioso também citou o legado que o Mão Santa deixa.
"Com imenso pesar, nos despedimos hoje de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e ídolo eterno do Brasil. O 'Mão Santa' deixa um legado enorme de paixão pelo jogo, conquistas e exemplo fora de quadra, que seguirá inspirando gerações! Aos familiares, amigos e fãs, toda a nossa força neste momento difícil". 
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também lamentou a morte. O presidente da entidade, Samir Xaud, exaltou Oscar e afirmou que o Mão Santa "foi sinônimo de patriotismo, garra e talento".
“Recebo com profundo pesar a notícia da morte de Oscar Schmidt, um dos maiores atletas que o Brasil já teve. Oscar, nosso Mão Santa, foi sinônimo de patriotismo, garra e talento. Foi um competidor incansável que honrou a camisa do Brasil como poucos. Sua dedicação ao basquete e ao país inspirou gerações e ajudou a construir a história do nosso orgulho nacional. Hoje, o Brasil se despede de um gigante, mas seu legado permanece vivo e seus exemplos seguirão conosco para sempre”, disse Samir Xaud, ao site da entidade.
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