Publicado 11/06/2026 16:09 | Atualizado 11/06/2026 16:14
Estados Unidos - Provável titular da Seleção, o goleiro Alisson, de 33 anos, irá igualar Gilmar (1958, 1962, 1966) e Taffarel (1990, 1994 e 1998) como jogadores da posição que fizeram parte da equipe brasileira em três Copas do Mundo. Além deles, Leão também participou de três mundiais, porém, como reserva em 1970. O arqueiro falou sobre a sensação de se unir a atletas, que participaram de conquistas de Copas do Mundo.
Publicidade "Honra. Poder estar junto com esses gigantes da história da seleção brasileira é um privilégio. É muito bom poder disputar mais uma Copa do Mundo. Quando eu assistia como criança, sonhava em estar aqui, mas era algo muito distante. Hoje, quando paro para pensar, é um privilégio. Disputar uma Copa do Mundo, com a camisa da maior seleção. Me sinto muito honrado", disse.
Presente em 2018 e em 2022, Alisson viveu o ciclo mais complicado na seleção brasileira. Apesar da irregularidade da equipe nos últimos anos, o goleiro reforçou a importância de Carlo Ancelotti no trabalho desenvolvido em pouco mais de um ano.
"Eu acho que todos os períodos tiveram suas características. É inegável que esse último foi muito difícil. Sentimos na pele a dificuldade que tivemos, por vários fatores. Mas o mais importante é o que momento que estamos agora. Desde a chegada do Ancelotti, o ambiente foi transformado. Ele carrega uma presença muito forte. Nos dá essa tranquilidade de um ambiente focado no trabalho, sem polêmicas ou outras questões. Dentro de tudo isso, que aconteceu, o mais importante é o momento que nos encontramos agora. É isso que importa. O momento que a equipe vai para disputar o primeiro jogo", concluiu.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.