Publicado 07/10/2025 22:34
Rio - Em reunião do Conselho Deliberativo do Flamengo na noite desta terça-feira (7), a diretoria rubro-negra apresentou os detalhes da briga com a Libra. Ao longo do encontro, o clube alegou - com base em dados - que a entidade desrespeitou suas próprias regras ao aprovar a divisão de TV. As informações são do portal 'Uol'.
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O presidente Luiz Eduardo Baptista também aproveitou para cutucar Leila Pereira, mandatária do Palmeiras. Além disso, citou o empréstimo de R$ 80 milhões da Crefisa ao Vasco.
"Eu não tenho dúvida nenhuma que existe uma agenda muito clara. Estamos falando desse problema da Libra. A empresa que ela (Leila Pereira) preside emprestou dinheiro para a SAF do Vasco", explicou Bap.
O presidente Luiz Eduardo Baptista também aproveitou para cutucar Leila Pereira, mandatária do Palmeiras. Além disso, citou o empréstimo de R$ 80 milhões da Crefisa ao Vasco.
"Eu não tenho dúvida nenhuma que existe uma agenda muito clara. Estamos falando desse problema da Libra. A empresa que ela (Leila Pereira) preside emprestou dinheiro para a SAF do Vasco", explicou Bap.
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Em seguida, ele lembrou que foram dadas em garantia quase 20% das ações da SAF do Cruz-Maltino - depois o percentual foi reduzido para 10% - apesar de não ser um bem real. A diretoria do vascaína, porém, negou que exista uma negociação em curso de venda para a Crefisa. Para o dirigente, a operação deveria ser questionada em um ambiente em que está se construindo um Fair Play Financeiro no Brasil.
Em seguida, ele lembrou que foram dadas em garantia quase 20% das ações da SAF do Cruz-Maltino - depois o percentual foi reduzido para 10% - apesar de não ser um bem real. A diretoria do vascaína, porém, negou que exista uma negociação em curso de venda para a Crefisa. Para o dirigente, a operação deveria ser questionada em um ambiente em que está se construindo um Fair Play Financeiro no Brasil.
E o imbróglio com a Libra?
A diretoria do Flamengo mostrou os documentos apresentados na Justiça do Rio em que questiona a aprovação do critério de audiência, responsável por distribuir 30% do contrato da Libra - valor que gira em cerca de R$ 315 milhões. Depois de um pedido do Rubro-Negro, a Justiça bloqueou os pagamentos para os clubes.
O Fla demonstrou que o critério de audiência aprovado em setembro do ano passado, no estatuto da entidade, não poderia ser aplicado - uma vez que previa uma ponderação pelas receitas de TV Aberta, TV Fechada e pay per view. A questão é que, no contrato, não há essa divisão.
O Fla demonstrou que o critério de audiência aprovado em setembro do ano passado, no estatuto da entidade, não poderia ser aplicado - uma vez que previa uma ponderação pelas receitas de TV Aberta, TV Fechada e pay per view. A questão é que, no contrato, não há essa divisão.
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Outro ponto dos cariocas é que a assembleia da Libra que aprovou o detalhamento do critério, em agosto, é irregular por dois motivos: o fato de a convocação ter sido alterada em relação ao início da reunião, em maio, e a votação ter sido feita sem unanimidade, ao contrário do previsto no estatuto.
O Flamengo também reivindica que a Libra mostre os áudios dessa assembleia, já que entende que a ata da reunião não reflete o aconteceu.
Outro ponto dos cariocas é que a assembleia da Libra que aprovou o detalhamento do critério, em agosto, é irregular por dois motivos: o fato de a convocação ter sido alterada em relação ao início da reunião, em maio, e a votação ter sido feita sem unanimidade, ao contrário do previsto no estatuto.
O Flamengo também reivindica que a Libra mostre os áudios dessa assembleia, já que entende que a ata da reunião não reflete o aconteceu.
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