Publicado 23/03/2026 09:25
O Flamengo ficou inconformado com a atuação da arbitragem no empate em 1 a 1 com o Corinthians, domingo (22), pelo Brasileirão. Após a partida na Neo Química Arena, o diretor de futebol, José Boto, reclamou de dois lances, a expulsão de Evertton Araújo e a ausência de cartão vermelho para Gabriel Paulista, no que considerou agressão a Jorginho.
Publicidade O português, inclusive, comparou o lance envolvendo o zagueiro corintiano com a expulsão de Carrascal após o intervalo, na Supercopa Rei disputada entre os dois clubes.
"Mais uma vez não conseguimos jogar 11 contra 11 contra o Corinthians. É curioso que, na Supercopa, o mesmo VAR (era comandado por outro árbitro) conseguiu descobrir, passados 30 minutos (durante o intervalo), uma agressão do Carrascal ao Bidon. Mas hoje não conseguiu ver uma agressão do Gabriel Paulista ao Jorginho", criticou o dirigente, complementando:
"Um escanteio, a bola ainda não estava em jogo, e ele faz exatamente a mesma coisa que o Carrascal fez ao Bidon. E este VAR não conseguiu ver isso. Teve muito tempo para ver, mas não conseguiu ver".
Já no segundo tempo, a reclamação do Flamengo é em relação ao cartão vermelho dado a Evertton Araújo, por uma entrada com as travas da chuteira em Breno Bidon, numa dividida. O entendimento de Boto é de que o lance era para cartão amarelo.
Inclusive, o responsável pelo VAR na partida, Wagner Reway, chamou o árbitro Rodrigo Pereira de Lima para revisar a expulsão, o que não aconteceu.
"A expulsão do Evertton que é caricata. A lei é bem clara: quando pisa no pé, é amarelo. E eu até tenho dúvidas que ele tenha pisado, não tenha pegado a bola antes. Vamos dizer que ele fez isso, pisou no pé: é amarelo. O VAR chama e o senhor Rodrigo Pereira mantém o erro. Ou seja, faz um erro, é chamado pelo VAR e mantém o erro", criticou.
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