Jorginho dá seu tradicional pulo, antes de cobrança de pênalti que virou o jogoGilvan de Souza / Flamengo
Publicado 06/04/2026 16:13
Rio - No último domingo (5), o Flamengo venceu o Santos de virada no Maracanã, por 3 a 1. O gol que colocou o Rubro-Negro à frente no placar, já na segunda etapa, foi de Jorginho, de pênalti. Após o jogo, em entrevista à 'GETV', o volante explicou a conversa com o goleiro adversário, Gabriel Brazão, logo antes da cobrança.
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"Eu trabalhei com um nutricionista que ele também trabalhou. E ele falou: 'O Gustavo já passou para mim como eu vou pegar (o pênalti)'. Aí eu falei: 'Vamos ver'. Tanto é que, quando eu saio depois do gol, eu viro para ele e falo: 'Pô, por pouco, hein!'. Foi só a brincadeira ali, mas coisa que acontece em campo", contou.
Em seguida, Jorginho comentou sobre o 'pulinho', que se repetiu em todos as suas dez cobranças convertidas com a camisa do Flamengo, considerando disputas de pênaltis e tempo normal. O ítalo-brasileiro considerou o comportamento do goleiro adversário — que esperou o último segundo para pular e acertou o canto — como um alerta e deixou no ar uma possível mudança na batida.
"Quando eu chego (ao Flamengo), é uma novidade para os goleiros. Aí eles começam a estudar cada vez mais. Então, quem sabe eu também não começo a mudar um pouco também. Não sei. Quem sabe não tenha novidade nos próximos (pênaltis)? Tem que começar a trabalhar com outras opções para poder dificultar para eles também, não é?", brincou o meio-campista.
Por fim, o Jorginho ainda comentou o início de trabalho de Leonardo Jardim: "Acredito que a adaptação está sendo boa, está sendo rápida. Tirando o episódio infeliz que a gente teve há três dias atrás, que não pode voltar a se repetir em uma equipe como a nossa, ele está fazendo um excelente trabalho. Acredito que, com o tempo, vai se encaixar cada vez mais", completou.
Agora, a atenção do Rubro-Negro se volta para a estreia na fase de grupos da Libertadores da América. Nesta quarta-feira (8), o Flamengo enfrenta o Cusco-PER, às 21h30 (de Brasília), na altitude do Estádio Inca Garcilaso de la Vega, a mais de 3.300 metros acima do nível do mar.
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