Publicado 06/08/2026 17:02
Rio — Torcidas organizadas do Flamengo divulgaram uma nota em conjunto na tarde desta quinta-feira (6) criticando o desempenho do time nos últimos jogos. O comunicado apontou, ainda, o técnico Leonardo Jardim e o diretor de futebol José Boto como "responsáveis diretos pelo caminho a ser trilhado no restante da temporada".
"Pelo compromisso com a verdade, seria irresponsável descrever um cenário de terra arrasada e desqualificar um elenco que já se mostrou vitorioso. Os últimos resultados, porém, exigem que todos nós - torcedores, jogadores, comissão técnica e diretoria - reafirmemos o compromisso inegociável com a vitória. Mais do que isso, o compromisso com a entrega em campo", aponta o texto.
A nota ainda menciona a necessidade de "recuperar o espírito" que fez o Rubro-Negro chegar ao topo das Américas em um momento decisivo da temporada.
Publicidade "Pelo compromisso com a verdade, seria irresponsável descrever um cenário de terra arrasada e desqualificar um elenco que já se mostrou vitorioso. Os últimos resultados, porém, exigem que todos nós - torcedores, jogadores, comissão técnica e diretoria - reafirmemos o compromisso inegociável com a vitória. Mais do que isso, o compromisso com a entrega em campo", aponta o texto.
A nota ainda menciona a necessidade de "recuperar o espírito" que fez o Rubro-Negro chegar ao topo das Américas em um momento decisivo da temporada.
"E é nesse sentido que [o técnico Leonardo] Jardim e [o diretor de futebol José] Boto, mais do que nunca, são responsáveis diretos pelo caminho a ser trilhado no restante da temporada. O Clube de Regatas do Flamengo, sua história e sua Nação não admitem meio-termo, tampouco fraqueza. À imagem e semelhança de Jesus, o europeu que pisa na Gávea deve estar imbuído dos ideais que sustentam a centenária história do rubro-negro, e a covardia não é um deles."
O Flamengo perdeu pontos importantes no Campeonato Brasileiro desde o retorno da Copa do Mundo. Apesar da vitória sobre o lanterna Chapecoense por 4 a 0, o time empatou duas vezes, com o São Paulo no Maracanã e o Internacional no Beira-Rio, e viu a distância para o Palmeiras, primeiro colocado da competição, aumentar em oito pontos. Além dos resultados, torcedores também têm criticado o desempenho da equipe.
O texto das organizadas ainda faz menção ao presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, o Bap. "Do último reserva à direção de futebol, confiamos que o presidente não será leniente com a passividade e fará descer o trem tudo aquilo que não é compatível com a história do Clube de Regatas do Flamengo: medo, fraqueza e apatia", conclui a nota.
O Flamengo perdeu pontos importantes no Campeonato Brasileiro desde o retorno da Copa do Mundo. Apesar da vitória sobre o lanterna Chapecoense por 4 a 0, o time empatou duas vezes, com o São Paulo no Maracanã e o Internacional no Beira-Rio, e viu a distância para o Palmeiras, primeiro colocado da competição, aumentar em oito pontos. Além dos resultados, torcedores também têm criticado o desempenho da equipe.
O texto das organizadas ainda faz menção ao presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, o Bap. "Do último reserva à direção de futebol, confiamos que o presidente não será leniente com a passividade e fará descer o trem tudo aquilo que não é compatível com a história do Clube de Regatas do Flamengo: medo, fraqueza e apatia", conclui a nota.
Em meio ao clima de pressão, o Rubro-Negro volta a campo para enfrentar o Vitória neste domingo (9), às 19h30, pela 22ª rodada do Brasileirão. Depois, o time de Leonardo Jardim fará um dos jogos mais importantes da tempora até agora: o duelo contra o Cruzeiro, pela ida das oitavas de final da Libertadores, na próxima quarta-feira (12), no Mineirão.
Confira a nota das organizadas na íntegra
Ambição.
No dicionário, é o desejo de alcançar algo maior do que já se tem. No Flamengo, nunca foi desejo. Muito pelo contrário, foi, é e sempre será obrigação. Reconhecemos o que foi já foi conquistado e as qualidades do elenco, mas a grandeza do Clube de Regatas do Flamengo não nos permite, neste momento, incorrer no pecado da omissão.
Pelo compromisso com a verdade, seria irresponsável descrever um cenário de terra arrasada e desqualificar um elenco que já se mostrou vitorioso. Os últimos resultados, porém, exigem que todos nós - torcedores, jogadores, comissão técnica e diretoria - reafirmemos o compromisso inegociável com a vitória. Mais do que isso, o compromisso com a entrega em campo. Num momento decisivo da temporada, é preciso colocar os pés no chão e recuperar o espírito que nos fez chegar ao topo das Américas.
E é nesse sentido que Jardim e Boto, mais do que nunca, são responsáveis diretos pelo caminho a ser trilhado no restante da temporada. O Clube de Regatas do Flamengo, sua história e sua NAÇÃO não admitem meio-termo, tampouco fraqueza. À imagem e semelhança de Jesus, o europeu que pisa na Gávea deve estar imbuído dos ideais que sustentam a centenária história do rubro-negro, e a covardia não é um deles.
Do último reserva à direção de futebol, confiamos que o presidente não será leniente com a passividade e fará descer o trem tudo aquilo que não é compatível com a história do Clube de Regatas do Flamengo: medo, fraqueza e apatia.
No dicionário, é o desejo de alcançar algo maior do que já se tem. No Flamengo, nunca foi desejo. Muito pelo contrário, foi, é e sempre será obrigação. Reconhecemos o que foi já foi conquistado e as qualidades do elenco, mas a grandeza do Clube de Regatas do Flamengo não nos permite, neste momento, incorrer no pecado da omissão.
Pelo compromisso com a verdade, seria irresponsável descrever um cenário de terra arrasada e desqualificar um elenco que já se mostrou vitorioso. Os últimos resultados, porém, exigem que todos nós - torcedores, jogadores, comissão técnica e diretoria - reafirmemos o compromisso inegociável com a vitória. Mais do que isso, o compromisso com a entrega em campo. Num momento decisivo da temporada, é preciso colocar os pés no chão e recuperar o espírito que nos fez chegar ao topo das Américas.
E é nesse sentido que Jardim e Boto, mais do que nunca, são responsáveis diretos pelo caminho a ser trilhado no restante da temporada. O Clube de Regatas do Flamengo, sua história e sua NAÇÃO não admitem meio-termo, tampouco fraqueza. À imagem e semelhança de Jesus, o europeu que pisa na Gávea deve estar imbuído dos ideais que sustentam a centenária história do rubro-negro, e a covardia não é um deles.
Do último reserva à direção de futebol, confiamos que o presidente não será leniente com a passividade e fará descer o trem tudo aquilo que não é compatível com a história do Clube de Regatas do Flamengo: medo, fraqueza e apatia.
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