David deixou a 14ª DP (Leblon) acompanhado de advogado após prestar depoimentoReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Publicado 31/08/2026 13:21
O diretor de futebol do Vasco, Admar Lopes, fez um breve pronunciamento sobre o caso de David Corrêa, alvo de operação da Polícia Civil contra o tráfico interestadual de armas e drogas, além de lavagem de dinheiro. Antes da apresentação de Bruno Duarte como reforço, o dirigente repetiu o posicionamento da SAF de que está colaborando com as investigações, mas também confirmou que o atacante de 30 anos segue integrado ao elenco.
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O planejamento inicial é que David seja relacionado para a viagem a Salvador, onde o Vasco enfrenta o Vitória na quarta-feira (2), às 21h30. A partida é válida pela volta das quartas de final da Copa do Brasil. 
"Queria oficialmente comunicar que o Vasco está colaborando com as autoridades e, até haver uma resolução por parte das autoridades, não vai tecer qualquer comentário. E dizer que o jogador continua a trabalhar normalmente nos próximos dias e está disponível para jogo", disse o dirigente português.
David Corrêa esteve no CT Moacyr Barbosa após prestar depoimento na 14ª DP (Leblon) e participou da atividade. Assim como na delegacia, ele não falou com a imprensa após sair do local.

A operação da polícia com David como alvo

Agora no Vasco, DVD teve altos e baixos ao longo dos anos, sem conseguir se firmar. E agora, aparece como um dos alvos das ações das polícias Civil do Rio e do Espírito Santo contra o tráfico interestadual de armas e drogas, além de lavagem de dinheiro.
Agentes estiveram na residência do jogador, na Barra da Tijuca e no CT do Vasco, em Jacarepaguá, também na Zona Sudoeste, na manhã desta segunda-feira (31). Ao todo são 15 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento com o tráfico e com uma facção criminosa, incluindo empresários e atletas profissionais.
As diligências acontecem em municípios da Grande Vitória e também em Afonso Cláudio, no Espírito Santo, além de alvos localizados nos estados do Rio, Goiás e no Distrito Federal.
A operação mobiliza aproximadamente 100 policiais e conta com o apoio operacional da Superintendência de Polícia Especializada (SPE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), todos da Polícia Civil do Espírito Santo.
Os alvos são investigados pela prática dos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e de armas e lavagem de dinheiro. As investigações buscam reunir elementos que contribuam para o esclarecimento dos delitos e a desarticulação da estrutura criminosa investigada.
O nome da operação, "A Tropa", faz referência à autodenominação utilizada pelos próprios investigados para se referirem ao grupo.
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