Roubo de acabamentos em cobre compromete a segurança de pedestres e descaracteriza o mobiliário urbanoFoto: Douglas Smmithy
Depredação de floreiras e balizadores causa prejuízos e coloca pedestres em risco em Macaé
Secretaria de Serviços Públicos reforça alerta sobre roubos de cobre em estruturas urbanas e pede ajuda da população para denunciar
Macaé - A Secretaria de Serviços Públicos de Macaé vem reforçando a importância do cuidado coletivo com o patrimônio da cidade, após registrar novos casos de depredação e vandalismo em equipamentos urbanos, como floreiras e balizadores. Em muitos pontos, os acabamentos em cobre dessas estruturas foram arrancados, comprometendo não só a estética, mas principalmente a segurança de quem transita pelas calçadas e áreas públicas.
Segundo o secretário Rodrigo Silva, o problema vai muito além do dano visual. Ele destaca que cada ação de vandalismo representa um prejuízo direto para a população, que arca com os custos da reposição e manutenção. “Não é apenas um pedaço de cobre sendo levado. É a estrutura de proteção ao cidadão que está sendo retirada. O que parece pouco para quem rouba, causa muito para a cidade inteira”, afirmou.
Rodrigo lembra que os acabamentos em cobre das peças são apenas um detalhe decorativo e de valor simbólico. “Essas tiras de cobre são finas, frágeis e têm valor comercial insignificante. São utilizadas por diversas cidades como um toque estético. Mesmo assim, infelizmente, viram alvo de vandalismo”, lamenta o secretário.
A pasta segue atuando com equipes de manutenção em ruas, praças e calçadões, mas destaca que sem a colaboração da sociedade, o trabalho perde força. A orientação é clara: qualquer cidadão que presencie ou tenha conhecimento de atos de depredação deve denunciar de forma imediata aos canais oficiais.
As denúncias podem ser feitas diretamente à Guarda Municipal, pelos telefones 153 ou (22) 2796-1328. A ligação é gratuita e pode ser feita de forma anônima.
Depredar o patrimônio público é crime previsto em lei. Preservar os espaços coletivos não depende apenas da gestão pública, mas de cada cidadão que circula e utiliza os bens comuns. Com atitude consciente e união, Macaé avança na valorização de seus espaços e no respeito à cidade como um bem de todos.

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