Público lota o Beco das Artes e se encanta com os shows gratuitos ao ar livre no coração de MacaéFoto: Reprodução
Jazz e Blues tomam conta de Macaé e agitam o Beco das Artes com três dias de pura vibração sonora
Festival internacional reúne artistas do Brasil e do mundo e transforma o centro da cidade em palco de cultura, charme e alto astral
Macaé - O Beco das Artes virou palco de muita música boa, alegria e conexão com a arte durante o último fim de semana. A 4ª edição do Festival Internacional de Jazz e Blues sacudiu Macaé com uma programação de tirar o fôlego, reunindo nomes consagrados e revelações do jazz, soul, blues e MPB. O evento gratuito, que contou com apoio da Prefeitura, atraiu moradores, turistas e apaixonados por música de sexta (11) a domingo (13), mostrando que a cidade tem talento de sobra para se firmar como polo cultural da região.
Com uma mistura envolvente de estilos, o festival levou ao palco artistas locais, nacionais e internacionais. Na sexta, o público curtiu o som refinado do Quarteto Caê, a potência vocal de Indiana Nomma e a performance vibrante de Rodrigo Belloni. No sábado, o clima esquentou com as apresentações de Mokambo, Yumi Park, Kynnie e JJ Thames, cada um com sua pegada única e contagiante.
Já no domingo, o encerramento foi à altura do festival: JazzB Instrumental abriu os trabalhos com um show técnico e elegante, seguido da cantora Becca Perret, que encantou com sua fusão de MPB, soul e bossa nova. O norte-americano Slam Allen mostrou por que é um dos grandes nomes do blues mundial, enquanto Bruno Marques Band fechou a noite em grande estilo, com muita energia e guitarra de primeira.
O secretário de Turismo, Léo Anderson, comemorou o sucesso da edição. “O festival movimenta a economia, fortalece a imagem da cidade e coloca Macaé no mapa dos grandes eventos culturais. É uma celebração que traz retorno para todos: artistas, comerciantes e principalmente o público”, afirmou.
Com charme, qualidade e uma vibe contagiante, o Festival Internacional de Jazz e Blues se consolida como um dos eventos mais aguardados do calendário macaense. Quem foi, já quer a próxima edição.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.