O CIEMH2 abre as portas para um dia inteiro de celebração cultural no bairro Sol e MarFoto: Divulgação
Mais do que um festival, a iniciativa é um espaço de troca e escuta, aproximando agentes culturais, moradores e representantes do poder público. A proposta é ampliar o reconhecimento de projetos já existentes, valorizar a arte local e discutir caminhos para políticas culturais mais participativas.
“Trazer a Microteia para Macaé é dar visibilidade aos artistas e coletivos que constroem a cultura da região todos os dias, muitas vezes de forma silenciosa. É um convite à união e ao diálogo”, destaca Dilma Negreiros, idealizadora do evento.
A programação também faz parte da preparação para a Teia dos Sonhos da Rede dos Pontos de Cultura, que antecede a 6ª Teia Nacional Pontos de Cultura pela Justiça Climática e o V Fórum Nacional de Pontos de Cultura, encontros que reúnem iniciativas culturais de todo o Brasil.
Realizada pelo Pontão Gestão Viva 3.0, em parceria com o Campus Avançado, o Ministério da Cultura, o Governo Federal e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Microteia fortalece a presença da cidade no mapa cultural nacional.


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