Comunidade se reúne no CriaSana para celebrar criatividade, ancestralidade e empreendedorismo localFoto: Divulgação
A abertura, na quinta-feira, marca o Dia da Consciência Negra com oficina de lanternas e o Teatro de Luzes e Sombras, que apresenta a história Era uma vez a Menina da Lanterna. A proposta é despertar sensibilidade e estimular o público a enxergar a força da ancestralidade por meio da arte.
Na sexta, o debate sobre empreendedorismo criativo ganha destaque com o Painel Macaé Empreendedora, mediado por Fabrícia Vieira, que reúne mulheres que transformaram talento em negócio, como Carolina Bianchi da Matta e Kezia Siqueira. Em seguida, o artista plástico Cocco Barçante compartilha sua experiência na produção artesanal, trazendo repertório de quem construiu o Museu do Artesanato do Estado do Rio de Janeiro.
O sábado vibra no ritmo da cultura popular. O percussionista Emerson Santana chega com o grupo Baque Rebate das Montanhas, trazendo maracatu, ciranda e outras matrizes. O espetáculo Circo da Matita, com Brenda Flores e Julia Ferreira, convida adultos e crianças a resgatar o encantamento, misturando brincadeira, consciência ambiental e poesia. A roda do Grupo Levante Capoeira Angola, conduzida pelo Mestre Renato Trivela, reforça a importância da resistência negra na formação cultural do país.
O domingo abre a primeira edição do Sanafrica, que reúne jongo, oficinas de percussão, maculelê, dança e o espetáculo Efatá, antes da exibição do documentário Eri-Okàn Grão Azul Dança e Ancestralidade. A programação reforça o papel do Sana como território de identidade e acolhimento, onde a comunidade se encontra para celebrar suas histórias e renovar tradições.



Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.