Prefeitura de Magé faz visita no Porto EstrelaRômulo Barbosa/Divulgação
Na ocasião, o secretário de Cultura, Turismo e Eventos, Bruno Lourenço falou um pouco sobre esse momento.
"Esse trabalho já vinha sendo desenvolvido junto com a Secretaria de Habitação e Urbanismo e agora somar forças com outros órgãos como INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural)e o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) a fim de resgatar a memória desse ambiente para que a gente tente preservá-lo e torná-lo conhecido por todo o Brasil, dado a sua importância histórica no cenário nacional", enfatizou.
"Isso não era só uma estrada do ouro, era uma estrada de comércio, de passagem, de circulação de pessoas que iam trabalhar no Centro do Rio que pegavam suas embarcações, ou para subir a Serra. Existem muitos mitos na história do Caminho do Ouro, isso é muito da patrimonialização. Então não é repensar a história, nem refazer, é resignificar para dar visibilidade aos excluídos", explicou o historiador e doutor em História, Philippe Moreira.
A subsecretária de Turismo, Virgínia Riguete, destacou o impacto desse momento para o mageense:
No local, atualmente encontram-se as ruínas de uma igreja que era submetida à Paróquia de Nossa Senhora da Piedade de Inhomirim, um cemitério e a antiga Câmara da Vila Inhomirim.



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