Muito agito com a apresentação de 73 coreografias de quase 40 companhias de Maricá e cidades vizinhasFoto: Bernardo Gomes
A abertura ficou por conta da Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, mas os gêneros atenderam todos os gostos presentes. Do balé contemporâneo ao hip hop, a cultura da música e da dança mais uma vez pode ser aproveitada pelas centenas de pessoas no local.
Segundo o secretário de Cultura e das Utopias da cidade, Sady Bianchin, as presenças de artistas de fora do Brasil estão entre os principais objetivos das próximas mostras de dança. As famílias reunidas e se divertindo é tido como um bom pilar para se pensar nas edições futuras e na expansão do evento.
A emoção de estar no palco do 'Maricá em Dança' foi motivo de orgulho para muitos artistas, principalmente para os maricaenses. Após ter sofrido uma lesão medular aos 16 anos, Daniel Rangel, hoje bailarino, se disse emocionado por ter encontrado na dança uma oportunidade de se reinserir na sociedade.
"A oportunidade é sempre única. Saber que Maricá dá essa oportunidade para os artistas locais e de fora, nos orgulha muito. Eu, enquanto artista PCD, fico ainda mais feliz pela questão da visibilidade. Isso aqui é vivência e resistência", finalizou.

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