Pedras e coquetéis molotov foram atirados contra as forças de segurança, que responderam com gás lacrimogêneoAFP
Manifestantes entram em confronto com a polícia na Grécia. Pedras e coquetéis molotov foram atirados contra as forças de segurança, que responderam com gás lacrimogêneo.
— Jornal O Dia (@jornalodia) February 28, 2025
Créditos: Reprodução / Redes sociais pic.twitter.com/HK4u5XkTy1
"A Grécia mata seus filhos", dizia uma faixa em frente ao Parlamento no centro da capital, onde cerca de 180 mil pessoas se reuniram, segundo a polícia.
Em um ato emocionante, os nomes e as idades de todas as vítimas, a maioria delas jovens, foram lidos perante o Parlamento. Em seguida, foi feito um minuto de silêncio na presença dos parentes das vítimas, incluindo a pediatra Maria Karystianou, que atualmente lidera a luta dessas famílias para responsabilizar as autoridades.
"Hoje, devemos enviar uma mensagem forte para punir todos os responsáveis por esse drama", disse à AFP Nikos Likomytros, um estudante de história e arqueologia de 20 anos.
Em 28 de fevereiro de 2023, pouco antes da meia-noite, um trem que viajava entre Atenas e Thessaloniki, no norte, com mais de 350 passageiros a bordo, colidiu de frente com um trem de mercadorias no Vale de Tempe, cerca de 350 km ao norte da capital.
O grupo de familiares das vítimas e a sociedade civil denunciam uma suposta "ocultação" de responsabilidade pelo pior desastre ferroviário da Grécia, que se tornou um "trauma coletivo", de acordo com o primeiro-ministro conservador Kyriakos Mitsotakis.









Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.