Polícia de Tallahassee relatou estar no campus, assim como outras agências policiais, para controlar a situaçãoReprodução
O ataque provocou cenas caóticas na universidade, que abriga mais de 40 mil alunos. "Todos começaram a fugir do sindicato estudantil", disse uma testemunha, que se identificou como Wayne, em uma entrevista à emissora de televisão local WCTV.
"Cerca de um minuto depois, ouvimos entre oito e dez tiros", acrescentou. Wayne disse que viu um homem aparentemente ferido. "Foi tudo surreal, eu não conseguia acreditar no que estava vendo", acrescentou.
A universidade alertou os alunos nas redes sociais sobre o ataque no sindicato estudantil e pediu que eles se mantivessem seguros. "A polícia está no local e a caminho. Protejam-se e aguardem novas instruções. Tranquem-se em casa e fiquem longe de portas e janelas e estejam preparados para tomar medidas de precaução adicionais", detalhou.
Um comunicado do Hospital Memorial de Tallahassee indicou que os médicos "receberam e estão atendendo os pacientes". "Temos seis pacientes, um em estado crítico e os demais em estado grave", disse um porta-voz do hospital à AFP.
O jornal Tallahassee Democrat citou o estudante Sam Swartz, que estava no porão da União Estudantil quando o ataque começou. "Todo mundo se assustou", disse Swartz, que afirmou ter ouvido cerca de dez tiros.
Um grupo de oito pessoas que trabalhavam em um projeto se escondeu em um corredor e montou uma barricada com latas de lixo e tábuas de madeira.
"Lembro-me de aprender que a melhor coisa a fazer é atrasá-los, porque eles não querem fazer nada que leve tempo; eles só querem matar o máximo de pessoas possível", disse Swartz.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.