Mísseis são vistos no céu de Jerusalém Reprodução

Irã e Israel entraram pela terceira noite de ataques aéreos neste sábado (14). Um bombardeio coordenado pelos iranianos atingiu as cidades de Haifa e Jerusalém. De acordo com as autoridades israelenses, uma pessoa morreu e 14 ficaram feridas. Desde o início do conflito, são quatro mortes em território israelense e 78 no Irã.
Em contrapartida, o exército israelense informou que revidou os bombardeios aéreos contra Teerã, tendo como alvos bases de tratamento de urânio e unidades de fornecimento de energia.
A ofensiva iraniana atingiu instalações de energia no norte de Israel, causando incêndios na região, conforme um vídeo transmitido pela libanesa Al-Manar TV.  
De acordo com a IDF, sirenes soaram em várias regiões de Israel após a detecção de mísseis iranianos lançados.
"As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão operando para interceptar e atacar onde necessário para eliminar a ameaça", informou o governo de Israel.
Consequências no Irã
O Ministério do Petróleo do Irã informou, na noite deste sábado, que Israel atacou o depósito de petróleo de Shahran, no oeste de Teerã - um dos principais depósitos de combustível da capital iraniana.

Um segundo depósito no sul da capital também foi atingido, informou o ministério em um comunicado.
Além disso, militares israelenses relataram que aviões de guerra de Israel atingiram um local subterrâneo no oeste do Irã que continha túneis para armazenar mísseis, bem como poços de lançamento. 

"O Irã já havia divulgado um vídeo de propaganda do local e Israel o adicionou à sua lista de alvos", informou o exército de Israel.
Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, a sede do Ministério da Defesa em Teerã também foi alvo de ataques. Um dos edifícios sofreu danos leves.
Atualizações do conflito
O Irã volta a atacar Israel na noite deste sábado, 14, por volta das 20h40 (horário de Brasília). Explosões foram ouvidas nas cidades de Tel Aviv e Jerusalém. Por outro lado, uma série de explosões foi ouvida em Teerã por jornalistas da AFP por volta das 2h30 no horário local (20h00 no horário de Brasília). 
*Com informações da Agência Estado