Niterói: A artesã Mônica Araújo está presente com a Kamoart Crochet em todas as feiras da economia solidária de NiteróiTânia Soares
Mônica Araújo expõe obras de artesanato em crochê
Artista participa do Circuito Arariboia de Economia Solidária, no Campo de São Bento, e em outras praças da cidade
Niterói - A artesã Mônica Araújo, especializada em crochê, divulga e vende suas obras nas Feiras da Economia Solidária que acontecem na cidade. No último sábado ela participou do evento, realizado no Campo de São Bento, com direito a show de forró. Tudo com entrada franca e incentivando trabalhadores autônomos locais e de diversos setores, como artesanato e gastronomia, entre outros. As ações são realizadas pela Secretaria de Assistência Social e Economia Solidária da Prefeitura Municipal de Niterói.
"Sou a Kamoart Crochet, que faz peças exclusivas como tapetes, carteiras de mão, peças autorais como a bolsa Zoe (toda confeccionada em tela), blusinhas sob encomenda e diversos enfeites. Comecei fazendo cataventos verticais e nunca deixei de fazer, porque chama as pessoas. É meu xodó. Faço qualquer coisa em crochê, com várias faixas de preços", explica Mônica Araújo, explicando que também participa das feiras do Ingá, Itaipu, Piratininga, na Praça das Águas -- em frente à casa Paul Singer, onde fica o Centro de Referência da Economia Solidária -- e ainda temos no Barreto", conclui a artista. Para maiores informações da Kamoart Crochet, fale com Mônica Araújo no telefone (21) 97017 6751 ou no Instagram, pelo @kamoartcrochet
FEIRA OFERECE DIVERSAS OPÇÕES - Eliane Folly, da Lili Folly Arte, faz o apoio na gestão da Feira do Campo de São Bento. "São 35 barracas por semana, com parcerias e seus trabalhos diferenciados e autorais. Os interessados se inscrevem e as vagas acabam muito rápido. Temos agroecologia, artesanato e gastronomia. Sempre nos organizamos para trazer um artista ao vivo, quando não temos o show do Arte na Rua, promovido pela Prefeitura", explica Eliane. "Temos uma loja, que fica na Rua José Clemente, no Centro, e estamos oferecendo cursos gratuitos com artesãos da economia solidaria. É o projeto Trocando Saberes, e são mais de cinquenta tipos de trabalhos desenvolvidos lá. Esta semana fizemos ações de sustentabilidade com tampas de garrafas pet", disse ela.
Já o José Henrique da Costa Gonçalves, ligado à agroecologia pela economia solidária, faz humus e biofertilizantes para vender nas barraquinhas. Também dá suporte à coordenação da feira do Campo de São Bento e realiza a interlocução dos expositores com a gestão pública. Ele confirma a utilidade pública da ação. "No nosso trabalho, fazemos compostagem com o reaproveitamento de resíduos orgânicos, tornando o solo mais preparado para o plantio", encerra ele.

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