Petrópolis - O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou à Justiça, nesta segunda-feira (5), um procedimento de tutela provisória em caráter antecedente para que o Crazy Park suspenda suas atividades em Petrópolis ou em qualquer outro local. O pedido ocorre após a morte de um jovem de 19 anos em um dos brinquedos no último sábado, enquanto a empresa estava instalada no Parque Municipal Prefeito Paulo Rattes, em Itaipava.
No procedimento, a 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Petrópolis também requer a proibição de desmontagem e retirada do maquinário (atrações e brinquedos), bem como qualquer alteração do local, sem autorização da Justiça e até que sejam realizadas todas as perícias cíveis e penais necessárias. O MPRJ pede ainda a indisponibilidade de bens da Crazy Park e do sócio da empresa para garantir indenizações futuras aos consumidores, por danos individuais ou coletivos.
Foi instaurado inquérito civil para apurar as condições de funcionamento do parque de diversões e as circunstâncias do acidente. Em caso de descumprimento, a 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Petrópolis requer que seja fixada multa diária não inferior a R$ 10 mil.
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