Publicado 07/05/2026 12:48 | Atualizado 07/05/2026 14:13
Rio - A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (6), quatro milicianos e apreendeu um adolescente durante investigações sobre o assassinato do casal Ygor Dante Santos Cordeiro e Ariane Anselmo Cortes, que estava grávida, na semana passada, na região do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste.
Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) identificaram um veículo utilizado pela milícia para realizar cobranças extorsivas de comerciantes e moradores da região. A partir do cruzamento de dados e do monitoramento do automóvel, os policiais localizaram o veículo circulando em uma área sob influência do grupo paramilitar.
Durante a abordagem, foram encontradas duas armas de fogo carregadas, munições de diversos calibres, celulares e uma camisa com a escrita “Polícia”, . O veículo era roubado e circulava com sinais identificadores adulterados e placa clonada, o que, segundo a polícia, evidencia o nível de organização da quadrilha.
PublicidadeAgentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) identificaram um veículo utilizado pela milícia para realizar cobranças extorsivas de comerciantes e moradores da região. A partir do cruzamento de dados e do monitoramento do automóvel, os policiais localizaram o veículo circulando em uma área sob influência do grupo paramilitar.
Durante a abordagem, foram encontradas duas armas de fogo carregadas, munições de diversos calibres, celulares e uma camisa com a escrita “Polícia”, . O veículo era roubado e circulava com sinais identificadores adulterados e placa clonada, o que, segundo a polícia, evidencia o nível de organização da quadrilha.
Os presos foram identificados como Carlos Eduardo Gonçalves Da Silva, vulgo “Vampiro”, Leandro Augusto Da Silva, vulgo “Magrão”, Rodrigo Silva Pires, vulgo “Butucão”, e Bruno Rodrigues Da Rocha, vulgo “Pescoço”, além de um adolescente, que não teve o nome divulgado.
Em depoimento, dois dos presos confessaram participação na milícia e admitiram atuar na função conhecida como “recolhe”, responsáveis pela cobrança armada de taxas ilegais impostas a comerciantes e moradores.
Segundo as investigações, o grupo atua em áreas dominadas pela milícia nas regiões de Curicica, Terreirão, Colônia e Rio das Pedras. De acordo com as apurações, o casal assassinado foi confundido com integrantes dessa quadrilha.
Os homens foram autuados em flagrante pelos crimes de constituição de milícia privada, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menor.
Casal foi morto enquanto buscava encomenda
Ygor e Ariane foram mortos na tarde do dia 29 de abril. Segundo a família, eles foram até a região para buscar uma encomenda para o chá revelação do filho que esperavam. O casal foi baleado diversas vezes.
Um dos disparos atingiu a barriga de Ariane, o que impossibilitou a tentativa dos médicos de salvar o bebê. Grávida de seis meses, ela morreu sem saber o sexo da criança. A família foi informada posteriormente de que se tratava de um menino.
Ariane era formada em Biomedicina e trabalhava como manicure. Ygor era supervisor de logística em uma empresa de e-commerce. Ela deixa um filho pequeno.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer a dinâmica da execução e aprofundar os vínculos dos presos nesta quarta-feira com a estrutura paramilitar que atua na região.
Em depoimento, dois dos presos confessaram participação na milícia e admitiram atuar na função conhecida como “recolhe”, responsáveis pela cobrança armada de taxas ilegais impostas a comerciantes e moradores.
Segundo as investigações, o grupo atua em áreas dominadas pela milícia nas regiões de Curicica, Terreirão, Colônia e Rio das Pedras. De acordo com as apurações, o casal assassinado foi confundido com integrantes dessa quadrilha.
Os homens foram autuados em flagrante pelos crimes de constituição de milícia privada, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menor.
Casal foi morto enquanto buscava encomenda
Ygor e Ariane foram mortos na tarde do dia 29 de abril. Segundo a família, eles foram até a região para buscar uma encomenda para o chá revelação do filho que esperavam. O casal foi baleado diversas vezes.
Um dos disparos atingiu a barriga de Ariane, o que impossibilitou a tentativa dos médicos de salvar o bebê. Grávida de seis meses, ela morreu sem saber o sexo da criança. A família foi informada posteriormente de que se tratava de um menino.
Ariane era formada em Biomedicina e trabalhava como manicure. Ygor era supervisor de logística em uma empresa de e-commerce. Ela deixa um filho pequeno.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer a dinâmica da execução e aprofundar os vínculos dos presos nesta quarta-feira com a estrutura paramilitar que atua na região.
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