Publicado 08/07/2026 15:00 | Atualizado 08/07/2026 17:22
Rio - Um policial civil, identificado como Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, morreu depois de ser atingido na cabeça durante um ataque a uma viatura descaracterizada na Avenida Brasil, na altura de Guadalupe, Zona Norte, no fim da manhã desta quarta-feira (8).
PublicidadeEle foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste. O agente chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu e morreu durante a tarde. Ainda não há informações sobre o sepultamento.
O oficial ingressou na corporação em dezembro de 2023 e, desde maio, era lotado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ele deixa a mulher e dois filhos.
Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) lamentou a morte de Carlos Alberto. "Neste momento de dor, a instituição se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho, prestando suas mais sinceras condolências", afirmou,
Além dele, uma policial também foi atingida na perna. Ela tem quadro de saúde estável e segue em avaliação. Uma terceira agente também recebeu atendimento, mas sem ferimento por arma de fogo e a princípio sem sinais de gravidade.
O governador do Rio, Ricardo Couto, também lamentou a perda do agente. "Recebi com profunda tristeza a notícia da morte do policial civil Carlos Alberto Freire Neto. Neste momento de dor, me solidarizo com seus familiares, amigos e colegas da Polícia Civil", diz um trecho da nota.
Ainda segundo Couto, o governo acompanhará de perto as investigações para que os responsáveis por esse crime sejam identificados, presos e responsabilizados. "Ataques contra agentes de segurança são inaceitáveis e receberão uma resposta firme das instituições", finalizou.
De acordo com a Polícia Civil, os agentes da DHBF faziam diligências de inteligência na região quando foram atacados. Uma viatura da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) passava pelo local e parou para dar apoio, dando suporte até o hospital.
A corporação classificou a ação como covarde e reforçou que “ataques contra agentes de segurança pública representam um ataque direto ao Estado”. Após o ocorrido, centenas de agentes se dirigiram ao local. Eles realizam buscas na comunidade do Muquiço atrás dos envolvidos.
Segundo o subsecretário de Planejamento da PCERJ, a corporação permanecerá por tempo indeterminado na comunidade do Muquiço para prender os envolvidos no ataque. “Nesse momento a decisão é essa. Até nós temos todas as informações necessárias para capturar esses elementos, mas isso não significa não estamos em outros locais, fazendo outras diligências. A finalidade é capturá-los. Vamos colocar toda a energia da Polícia Civil nisso", afirmou o delegado Carlos Oliveira.
A corporação classificou a ação como covarde e reforçou que “ataques contra agentes de segurança pública representam um ataque direto ao Estado”. Após o ocorrido, centenas de agentes se dirigiram ao local. Eles realizam buscas na comunidade do Muquiço atrás dos envolvidos.
Segundo o subsecretário de Planejamento da PCERJ, a corporação permanecerá por tempo indeterminado na comunidade do Muquiço para prender os envolvidos no ataque. “Nesse momento a decisão é essa. Até nós temos todas as informações necessárias para capturar esses elementos, mas isso não significa não estamos em outros locais, fazendo outras diligências. A finalidade é capturá-los. Vamos colocar toda a energia da Polícia Civil nisso", afirmou o delegado Carlos Oliveira.
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