Publicado 25/08/2026 09:15 | Atualizado 25/08/2026 10:36
Rio - Uma confusão envolvendo um policial penal e vigilantes do estacionamento de um shopping em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, terminou com um tiro que atingiu o PM Leonardo Botelho, na madrugada desta segunda-feira (24). O agente, que estava de folga no momento da ocorrência, está internado no Hospital Geral de Nova Iguaçu e seu estado de saúde é considerado estável.
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A investigação da 52ª DP (Nova Iguaçu) aponta que a confusão começou porque o policial penal, também fora do seu horário de expediente, tentou deixar o shopping sem o ticket de estacionamento, mas foi impedido por vigilantes. De acordo com testemunhas, Leonardo tentou intervir na briga, mas o agente penal sacou a arma e atirou na coxa do PM.
Em depoimento, o atirador negou essa versão. Ele disse que, durante a discussão, foi surpreendido por uma contenção física por trás pelo militar e a arma disparou acidentalmente. A Polícia Civil analisa imagens de câmeras de segurança e ouve testemunhas para esclarecer as circunstâncias do tiro.
Em nota, a A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) informou que a Corregedoria da instituição acompanha o caso e uma sindicância será instaurada para apurar os fatos, no que tange a medidas administrativas cabíveis. No âmbito criminal, o ocorrido está a cargo da Polícia Civil.
“A Seppen reforça que não compactua com quaisquer desvios de conduta e cometimento de crimes praticados por seus servidores, e acompanha rigorosamente os fatos a fim de tomar as providências necessárias”, comunicou a pasta.
A investigação da 52ª DP (Nova Iguaçu) aponta que a confusão começou porque o policial penal, também fora do seu horário de expediente, tentou deixar o shopping sem o ticket de estacionamento, mas foi impedido por vigilantes. De acordo com testemunhas, Leonardo tentou intervir na briga, mas o agente penal sacou a arma e atirou na coxa do PM.
Em depoimento, o atirador negou essa versão. Ele disse que, durante a discussão, foi surpreendido por uma contenção física por trás pelo militar e a arma disparou acidentalmente. A Polícia Civil analisa imagens de câmeras de segurança e ouve testemunhas para esclarecer as circunstâncias do tiro.
Em nota, a A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) informou que a Corregedoria da instituição acompanha o caso e uma sindicância será instaurada para apurar os fatos, no que tange a medidas administrativas cabíveis. No âmbito criminal, o ocorrido está a cargo da Polícia Civil.
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