As fontes de águas medicinais de Pádua atraem visitantes em busca de relaxamento e contato com a natureza Foto UFF/Divulgação
Localizada no Noroeste do Estado do Rio de Janeiro, Santo Antônio de Pádua se destaca nacionalmente como a capital fluminense das rochas ornamentais. A lógica está na extração e beneficiamento composto por cerca de 300 microempresas que geram aproximadamente seis mil empregos diretos na região.
De acordo com registros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 603,633 quilômetros quadrados (km²) de extensão territorial que também concentram fontes de água mineral raras, formatando uma das combinações geológicas mais prósperas do país. Contempla tudo isso uma população estimada de 43.703 habitantes.
Das fontes de águas medicinais às pedreiras que exportam para o mundo, os recursos naturais consolidam o município na sua identidade cultural, no turismo e no desenvolvimento econômico. Reconhecido como estância hidromineral, Pádua atrai visitantes interessados no relaxamento que o Parque do Hotel das Águas oferece.
O histórico do município fluminense em evidência revela que a extração do granulito milonitizado - popularmente comercializado em variedades como a famosa "pedra olho de pombo" - move a base socioeconômica do município, abastecendo o mercado nacional.
O potencial impulsiona as exportações internacionais para revestir fachadas de prédios luxuosos, residências e aeroportos pelo mundo. Estudiosos constatam que essa geologia moldou a própria paisagem urbana paduana, onde as rochas ornamentais pavimentam praças e calçadas.
Ações fortalecedoras
Quem visita Pádua constata a justificativa para a cidade ostentar o título de Capital das Pedras Ornamentais do Estado do Rio de Janeiro. Passa-se a entender, com mais convicção, por que relatórios do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) e estudos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) apontam o Noroeste Fluminense como o principal polo produtor de rochas ornamentais do estado.
O município esbanja atrativos turísticos, entre eles a Fonte Iodetada, considerada rará e única com essa composição na América do Sul, além de outras fontes renomadas como Farol, Solú e Pagé. O governo municipal atua em programas contínuos de revitalização de suas bicas públicas históricas para preservação e consumo da população.
Embora careça, como tantos outros municípios, de investimentos suficientes para conter gargalos econômico-sociais e infraestruturais, Santo Antônio de Pádua não é uma cidade qualquer. Não é por acaso que o governo municipal atua no desenvolvimento do turismo por meio de um calendário estruturado de grandes eventos culturais, festas tradicionais e competições esportivas regionais.
A Secretaria Municipal de Turismo e Lazer cuida da organização, baseando as ações na atração de fluxos de visitantes gerados por eventos populares de grande porte. O fortalecimento do ecossistema geográfico para competições de voo livre, integrando circuitos de destaque como a Copa Rio de Parapente e o Trilhão de Motocicletas, faz a diferença.
De acordo com registros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 603,633 quilômetros quadrados (km²) de extensão territorial que também concentram fontes de água mineral raras, formatando uma das combinações geológicas mais prósperas do país. Contempla tudo isso uma população estimada de 43.703 habitantes.
Das fontes de águas medicinais às pedreiras que exportam para o mundo, os recursos naturais consolidam o município na sua identidade cultural, no turismo e no desenvolvimento econômico. Reconhecido como estância hidromineral, Pádua atrai visitantes interessados no relaxamento que o Parque do Hotel das Águas oferece.
O histórico do município fluminense em evidência revela que a extração do granulito milonitizado - popularmente comercializado em variedades como a famosa "pedra olho de pombo" - move a base socioeconômica do município, abastecendo o mercado nacional.
O potencial impulsiona as exportações internacionais para revestir fachadas de prédios luxuosos, residências e aeroportos pelo mundo. Estudiosos constatam que essa geologia moldou a própria paisagem urbana paduana, onde as rochas ornamentais pavimentam praças e calçadas.
Ações fortalecedoras
Quem visita Pádua constata a justificativa para a cidade ostentar o título de Capital das Pedras Ornamentais do Estado do Rio de Janeiro. Passa-se a entender, com mais convicção, por que relatórios do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) e estudos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) apontam o Noroeste Fluminense como o principal polo produtor de rochas ornamentais do estado.
O município esbanja atrativos turísticos, entre eles a Fonte Iodetada, considerada rará e única com essa composição na América do Sul, além de outras fontes renomadas como Farol, Solú e Pagé. O governo municipal atua em programas contínuos de revitalização de suas bicas públicas históricas para preservação e consumo da população.
Embora careça, como tantos outros municípios, de investimentos suficientes para conter gargalos econômico-sociais e infraestruturais, Santo Antônio de Pádua não é uma cidade qualquer. Não é por acaso que o governo municipal atua no desenvolvimento do turismo por meio de um calendário estruturado de grandes eventos culturais, festas tradicionais e competições esportivas regionais.
A Secretaria Municipal de Turismo e Lazer cuida da organização, baseando as ações na atração de fluxos de visitantes gerados por eventos populares de grande porte. O fortalecimento do ecossistema geográfico para competições de voo livre, integrando circuitos de destaque como a Copa Rio de Parapente e o Trilhão de Motocicletas, faz a diferença.
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