Rodrigo Viana, ex-prefeito de Trajano de MoraesDivulgação
A Câmara Municipal de Trajano de Moraes reprovou as contas do ex-prefeito Rodrigo Viana referentes ao exercício de 2023 após sessão realizada na última sexta-feira (5). A votação ocorreu após determinação da Justiça para que o Legislativo colocasse o processo em pauta.
O caso vinha sendo debatido no município desde que o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro emitiu parecer prévio contrário à aprovação das contas, apontando irregularidades na prestação apresentada pela administração municipal.
Votaram favoráveis à aprovação das contas os vereadores: Sávio Diniz, Daniel Fagundes, Ísis Bechara, Isaías e Juju. Já os vereadores que votaram pela reprovação das contas foram: Carlos André, Guilherme Lages, Gabriel Furtado e Mônica.
A apreciação das contas vinha sendo alvo de discussões políticas e jurídicas no município, já que moradores cobravam há meses que o Legislativo realizasse a votação, conforme prevê a legislação.
A reprovação das contas pode trazer consequências políticas para Rodrigo Viana, incluindo impacto em uma eventual candidatura nas eleições municipais de 2028. Pela Lei da Ficha Limpa, gestores que têm contas rejeitadas por irregularidades consideradas insanáveis podem ficar inelegíveis, embora ainda caibam recursos na esfera judicial e eleitoral.
Votaram favoráveis à aprovação das contas os vereadores: Sávio Diniz, Daniel Fagundes, Ísis Bechara, Isaías e Juju. Já os vereadores que votaram pela reprovação das contas foram: Carlos André, Guilherme Lages, Gabriel Furtado e Mônica.
A apreciação das contas vinha sendo alvo de discussões políticas e jurídicas no município, já que moradores cobravam há meses que o Legislativo realizasse a votação, conforme prevê a legislação.
A reprovação das contas pode trazer consequências políticas para Rodrigo Viana, incluindo impacto em uma eventual candidatura nas eleições municipais de 2028. Pela Lei da Ficha Limpa, gestores que têm contas rejeitadas por irregularidades consideradas insanáveis podem ficar inelegíveis, embora ainda caibam recursos na esfera judicial e eleitoral.

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